quinta-feira, 9 de abril de 2009

Meditações Diárias

09 de abril
Quinta-feira

O PODER DO COMPROMISSO

“Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.” - Provérbios 3:5-6.

O que as seguintes coisas têm em comum?

· O contrato de um jogador de futebol;
· Uma consulta no dentista;
· Os votos de um casamento;
· Um empréstimo.

Todas as coisas acima são compromissos. Elas são promessas.
Um jogador de futebol compromete-se a jogar por um determinado time por um certo período de tempo – em troca de, tipo, um zilhão de reais.
Uma noiva e um noivo prometem amar e serem fiéis um ao outro “até que a morte os separe”.
Um dentista promete separar um tempo para atender um paciente cuja mandíbula está do tamanho de um bonde de tão inchada.
Um banco faz um empréstimo de dinheiro para alguém que concorda em pagar parceladamente a dívida.
Por que um banco não faz um empréstimo sem ter um acordo? Por que um atleta não joga sem ter um contrato? Por que o noivo e a noiva fazem troca de votos? Porque compromissos são importantes. Não há poder num compromisso. Quando faz um compromisso, você não está dizendo: “Eu faço isso quando eu estiver a fim”, ou “Eu faço isso se for fácil”. Ao contrário, você está dizendo: “Eu vou fazer isso quer eu queria ou não.” “Eu vou fazer isso mesmo sabendo que é difícil.”
Você já fez um compromisso de fazer a escolha certa? Você já fez um compromisso com Deus e seus pais de não mentir? Roubar? Trapacear? Usar drogas? Se já, você contou este compromisso para alguém?
É por isso que é importante fazer um compromisso de fazer a coisa certa. É por isso que várias pessoas assinam contratos de não tomar drogas. É por isso que jovens assinam os cartões de compromisso. “Quem Ama Espera”, prometendo ficarem puros até o casamento.
Fazer um compromisso de fazer a coisa certa pode ajudá-lo quando você for tentado. Você não precisa pensar no que fazer; você é lembrado – pelo seu compromisso – que você já fez esta decisão.

Josh McDowell
Bob Hostetler

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Meditações Diárias


08 de abril
Quarta-feira

A HISTÓRIA REAL

"(...) Pois Cristo, nosso Cordeiro Pascal, foi sacrificado." - I Coríntios 5:7 (NVI).

Era uma vez um peixe que voava. Seu nome era Bonifácio e ele usava um par de sapatilhas azuis com listras vermelhas e verdes. Em suas viagens, costumava derramar pétalas de rosas amarelas com o poder de causar grande alegria.Para aqueles que faziam maldades, pétalas vermelhas encarregavam-se de fazer-lhes chorar. Todas as manhãs, recebia, por e-mail, a lista das pessoas que seriam beneficiadas com sua bondade e das que deveriam ser castigadas por seus maus atos. A responsável por tais informações era Sra. Joaquina, uma tartaruga esperta e dedicada que, há 130 anos, secretariava-o brilhantemente. Munido das informações necessárias, saía, rumo à manutenção da felicidade e da justiça.
E aí, o que você achou da história? Criativa, não? Para inventar uma história dessas, tão impossível quanto irreal, só com muita imaginação. Peixes não podem voar, tão pouco calçar sapatilhas. Pétalas de rosas não produzem sensações nem resolvem problemas. E tartarugas não são suficientemente rápidas para secretariarem alguém. Fábulas são, apenas, fábulas. São tão irreais quanto crer que coelhos colocam ovos de chocolate em seus ninhos.
A observância da Páscoa iniciou com o nascimento da nação hebraica. “Na última noite de sua servidão no Egito (...) Deus lhes ordenou que se preparassem para um imediato livramento. (...) À meia-noite, todos os primogênitos dos egípcios foram mortos. Então, o rei enviou a Israel a mensagem: ‘Levantai-vos, (...) e ide, servi ao Senhor, como tendes dito.’ Ex. 12:31. Os hebreus saíram do Egito como nação independente e o Senhor ordenou que a Páscoa fosse observada anualmente.” Celebrando a Páscoa todos os anos, o povo de Deus relembrava que eram filhos de um Deus onipotente e de amor incomparável que enviaria Seu Filho para que todo o que nEle cresce, tivesse vida eterna (João 3:16).
Chocolates, ninhos, coelhos... Por que insistimos em transformar a páscoa em uma fábula? Não deveria ser assim. Temos uma história bem real para contar. História escrita com sangue, marcada pelos cravos, publicada em uma cruz. A história de Cristo que “foi sacrificado por nós" (I Coríntios 5:7).
Nos próximos dias, quando celebraremos mais uma páscoa, lembremo-nos da história real. A história de um Deus que preferiu morrer a viver sem nossa presença na eternidade. De um Pai que mandou Seu Filho amado para pagar a nossa dívida. História real, de um amor real, que pode mudar, verdadeiramente, qualquer ser humano, inclusive – e especialmente - eu. Caso não aproveite esta chance, a chance de mudar de vida, a páscoa não terá o menor sentido pra mim. Não terei nenhum motivo para comemorar.

Kellen Ramos
Secretária do UNASP-EC

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Meditações Diárias


06 de abril
Segunda-feira
COMO LIDAR COM OS DESTRUIDORES DE SONHOS
Os irmãos de José estavam dispostos a fazer qualquer coisa para destruir os sonhos de Deus na vida deste rapaz. Naquela época, valorizavam-se muito os sonhos e a última coisa que queriam era que José reinasse sobre eles.
Deus é maior. Na última vez, que seus irmãos viram a José, eles estavam rindo e zombando dele. José fora vendido como escravo. Treze anos se passaram, e todos se encontram novamente. Agora, José está rindo e feliz e seus irmãos estão chorando, temendo pela vida e dependendo de José para que este os mantenha.
O tempo passa e, com ele, muitas mudanças. José cuidou de toda a sua família enquanto esteve no Egito. Eram mais de 70 pessoas. Um dia, Jacó, pai de José, morreu. Agora, seus irmãos temeram mais ainda e diziam:
- Agora, José vai descontar todo o mal que lhe fizemos (Gn 50:15).
Logo, foram se humilhar diante de seu irmão e clamar por misericórdia. Desta vez, José é quem chora. E diz algo interessante:- Não fiquem com medo; por acaso, estou eu em lugar de Deus? Vocês tentaram me fazer mal, mas Deus transformou este mal em bem, para que assim, eu pudesse um dia socorrer e ajudar o meu povo (Gn 50: 19 e 20).
José sempre soube que sua vida estava nas mãos de Deus e que cabia a Ele dirigi-la. Às vezes, Deus nos leva por caminhos tortuosos, e isso nos faz sofrer muito, porém, Ele não quer o sofrimento, Ele quer ver o nosso crescimento. O problema é que crescemos em meio às dificuldades.
Deus queria realizar os seus sonhos na vida de José, mas, antes que isso acontecesse, José precisaria amadurecer e se preparar mais para a vida.
Acredite, Deus estava no controle. Na verdade, Satanás usou os irmãos de José para vendê-lo e assim, o inimigo de Deus pensou estar destruindo o corajoso José. Porém, Deus usa os obstáculos de Satanás e os transforma em caminhos para o sucesso.
José não culpou a seus irmãos, simplesmente, perdoou-os. Porque quando as pessoas tentam fazer mal para o povo de Deus, Ele, simplesmente, transforma estas maldições em bênçãos e utiliza a situação para nos moldar para que, então, sejamos quem Ele sempre sonhou em nossa vida. Lembre-se: Deus é por você.

Gideão Gonçalves Santiago
Pastor Associado da Igreja do UNASP-SP