sexta-feira, 19 de junho de 2009

Meditações Diárias


19 de junho
Sexta-feira

QUASE

“Por pouco me persuades a me fazer cristão.” – Atos 26:28.

Na história das Copas do Mundo, só houve uma que foi decidida nos pênaltis. Na final da Copa de 94, nos EUA, 120 minutos de bola rolando não puderam definir o campeão entre Brasil e Itália. Ambos, além deste título, disputavam ainda o privilégio de serem os únicos tetracampeões do mundo. Como todos nós sabemos, o Brasil foi melhor na cobrança dos Pênaltis e se sagrou campeão. O momento decisivo foi protagonizado pelo brasileiro TAFFAREL e por Roberto BAGGIO, craque absoluto da seleção italiana, que na sua vez de cobrar, chutou para fora. A Itália “quase” chegou lá...
Imagine que você tem um encontro muito importante e terá de pegar um trem. Você chega à estação quase na hora: só um minuto de atraso, mas perde o trem. Em uma das provas finais da escola, você tira uma nota boa, quase o suficiente para ser aprovado, mas faltam alguns décimos... e é reprovado. “Por pouco!”, quantas vezes escutamos estas palavras! Dia após dia aparecem novos exemplos de pessoas que “quase” conseguem aquilo a que se propuseram, mas fracassam. Quase. Palavra maldita. Pode-se chegar a ser “quase” tudo, sem ser “quase” nada.
Se estar “a ponto de” e não conseguir pode ser algo grave em nossa vida, muito mais na vida espiritual! Deus não conhece salvos pela metade. Tampouco conhece gente “quase” crente. Na Bíblia não se admite os “quase” convertidos. Deus é muito taxativo: ou é, ou não é. Estar quase salvo não significa nada: estar na porta não significa estar dentro. Ou você entra, ou você fica fora.
É muito perigoso viver na fronteira do “quase”. Escutar a mensagem de Deus e pensar: “é bonito”; conhecer o caminho da salvação e exclamar: “é agradável”; ir a uma igreja na qual se prega que Jesus é o Senhor e dizer: “esta é a verdade”, e entretanto, estar perdido! Sim, o “quase” é perigoso porque nos dá a falsa impressão de que já estamos lá. Pode-se inclusive ser filho de um crente e escutar a Palavra de Deus em casa cada dia: quase tomar uma decisão... mas nada mais. Pode-se estar quase comprometido com o Evangelho! Pode-se estar às portas do céu e ter ao alcance da mão a misericórdia de Deus... e estar completamente perdido.
Milhares de exemplos na história nos falam de homens e mulheres que quase conheceram ao Senhor. Pessoas que, por pouco, seriam salvas. Deixaram passar sua oportunidade. Esperaram o dia seguinte, o momento seguinte, a próxima decisão, e morreram completamente perdidos! Todo o que espera ser salvo na décima primeira hora... morre às 10h50. Não fique no “quase”. Comprometa-se com Deus hoje mesmo, AGORA MESMO. O inferno está cheio de pessoas quase salvas.

Jaime Fernández Garrido

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Meditações Diárias



18 de junho
Quinta-feira

O SOFRIMENTO E O MAL

“Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo tenham bom ânimo! Eu venci o mundo.” - João 16:33.

Mais cedo ou mais tarde, todos os cristãos enfrentarão esta questão: porque Deus permite o mal e o sofrimento? Porque coisas terríveis acontecem a pessoas boas? As concepções mais comuns entre aqueles que não temem a Deus, estão a de que “Se Deus é bom, Ele não deve ser Todo-Poderoso, porque se fosse não permitiria o mal.”
Deus vê tudo o que acontece. Ele se importa. Porque não intervir logo? No livro de Jó, um dos mais antigos da Bíblia, essas questões são discutidas. Por razões desconhecidas uma série de acontecimentos terríveis se abateu sobre ele, levando-o a perguntar: “Deus, porque eu?”
O fato de Deus não ter respondido às perguntas de Jó continua sendo um mistério. Mas as seguintes perspectivas podem ajudar, ao você enfrentar o sofrimento e o mal:
· Deus nunca condenou Jó pelo fato de ele ter feito muitas perguntas. Apenas o lembrou com quem estava falando. Somos livres para perguntar, mas Deus não Se sente na obrigação de explicar-nos. Algumas vezes Ele o faz; outras vezes não.
· Quando se sentir tentado a culpar a Deus pelos seus sofrimentos, imagine o seguinte: você dá uma peça valiosa a uma criança. Ela olha para a peça e a derruba no chão. E quando está lá olhando para os cacos, ela aponta para você e diz: olha só o que você fez! Veja o que me deu! Claro, a criança está errada. Você deu para ela algo maravilhoso, um tesouro, mas ela derrubou, o arruinou. Deus nos deu um mundo perfeito, mas nós o transformamos nesse caos.
· Lembre-se de que ser um cristão não o isenta da dor e sofrimento. Jesus nos advertiu de que passaríamos por dificuldades e sofrimentos. No entanto, podemos ser confortados. Deus não é um “desmancha-prazeres cósmico” que se diverte aos ver-nos tristes e aborrecidos. É fácil servir a Deus quando o sol brilha em nossa vida, mas o que revela nosso compromisso é a maneira como reagimos quando as tempestades se abatem sobre nós.
· Ao contrário do que muitos cristãos crêem, Deus não promete a felicidade em tudo e em todos os momentos. Raramente coisas boas ocorrem sem que tenham um grande custo, e seguir a Jesus não é uma exceção.
· Quando você ou alguém a quem você ama estiver sofrendo, lembre-se disto: ninguém sofre mais do que Deus. Ele é um bom Pai e sente profunda dor ao ver Seus filhos sofrerem.

Umberto Moura
Diretor de Desenvolvimento Espiritual do UNASP-EC

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Meditações Diárias


17 de junho
Quarta-feira

O CRIADOR OU A CRIAÇÃO?

“Procurai o que faz o Sete-estrelo e o Órion, e torna a densa treva em manhã, e muda o dia em noite; o que chama as águas do mar e as derrama sobre a terra; o Senhor é o Seu nome.” – Amós 5:8.

Olhe para o relógio que você tem aí no braço. O que você acharia se eu lhe dissesse que esse relógio apareceu ao longo do tempo, sozinho, e que não houve necessidade de um relojoeiro? Bom, talvez você já tenha ouvido mencionar muitas vezes esta ilustração, mas a trago novamente porque não existe nada mais simples e mais profundo para ilustrar a falta de senso ao pensar que o Universo todo possa ter aparecido sozinho, no decorrer dos séculos.
“Procurai o que faz o Sete-estrelo e o Órion, e torna a sombra da noite em manhã, e transforma o dia em noite; o que chama as águas do mar e as derrama sobre a terra; o Senhor é o seu nome”, diz Amós no verso de hoje.
O relato da criação que apresenta um Deus maravilhoso compartilhando Sua existência com a criatura, dá propósito, significado e valor à nossa existência. Gosto da idéia de que minha existência não é fruto da casualidade, mas que sou o fruto de um propósito especial.
Minha criação à imagem e semelhança de Deus me reveste de dignidade e responsabilidade e quando olho para o céu estrelado e contemplo a grandiosidade do Criador, tenho certeza de que devo ser algo especial, para Ele ter-Se dado ao trabalho de modelar com Suas próprias mãos a figura do homem.
Quando era garoto, lia sempre uma poesia em que um macaco ficava intrigado com a discussão dos seres humanos sobre sua origem. Uns diziam que o homem vinha do macaco, outros que vinha de outras formas inferiores de vida, e outros que vinha das mãos de Deus. E o macaco da poesia, pensava: “Por que tanta discussão? O que realmente importa é que o macaco não vem do homem”.
Pode parecer muito simplista a mensagem do criacionismo. Muitos podem pensar que acreditar que Deus criou tudo é tentar “tapar o sol com a peneira”, mas o verso de hoje pinta o quadro mais belo da esfera celeste e a pergunta é: Não é preciso ser mais simplista para acreditar que tudo isso é fruto do acaso?
Os homens correm atrás da criação, tentando entender cada detalhe dela. Não seria melhor correr atrás do Criador? O Senhor é o Seu nome! O capítulo da criação, Gênesis 1, na realidade não é o relato da criação, mas o capítulo do Criador. A versão inglesa, a Palavra Deus aparece 32 vezes nos 31 versos que o capítulo tem. Isto é uma advertência à perversa curiosidade humana, que mostra maior interesse pelo conhecimento da Natureza do que pelo conhecimento do Criador da Natureza.
Por que na fazer desse Criador maravilhoso, nosso companheiro de cada dia, de cada instante de nossa vida? Por que não permitir que Ele participe dos detalhes de nossa existência de nossa existência e por que não descansar confiados em Seus braços de amor?

Alejandro Bullón

terça-feira, 16 de junho de 2009

Meditações Diárias


16 de junho
Terça-feira

ORAÇÃO: A RESPIRAÇÃO DA ALMA

“Por isso lhes digo: Peçam, e lhes será dado; busquem e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.” – Lucas 11:9 e 10.

Convivendo com Jesus, os discípulos reconheciam que a paz que Ele irradiava era resultado de Seus períodos de comunhão com Deus. Agora ao escutá-Lo orando suplicaram: ”Senhor, ensina-nos a orar.” - Lucas 11:1.
Após um breve período de ausência, os discípulos voltaram para perto de Jesus e O encontraram em oração. Havia um brilho em Sua face e o coração dos discípulos ficou profundamente comovido ao perceberem que havia poder em Suas palavras. Poder de alguém que fala com Deus.
O que é oração? Alguém a definiu como a “respiração da alma”. Que comparação sugestiva! O que é a respiração? Poderíamos descrever como o ato de absorver oxigênio e eliminar dióxido de carbono. Contudo, esta aparente simplicidade de um ato que transcorre sem esforço consciente, de forma contínua e automática, é a garantia da sobrevivência. Todos os seres vivos precisam de oxigênio para o desempenho de suas várias funções. Com exceção de poucos, todos os seres vivos têm que respirar para conservar a vida.
Poderíamos dizer que através da oração aspiramos a vontade de Deus, Seu poder restaurador. Sua paz e virtudes eliminam as impurezas de nossas idéias pecaminosas, nossos maus pensamentos, nossas ansiedades e angústias.
Um adulto em repouso respira em média 15 vezes por minuto e ventila aproximadamente seis litros de ar durante esse período. Se a respiração pára, uma pessoa perderá a consciência em quatro ou cinco minutos. Podem ocorrer danos encefálicos depois de sete ou oito minutos e depois de dez minutos a pessoa morrerá.
Se a Bíblia nos adverte “Orai sem cessar...” (I Tes. 5:23) certamente nossa sobrevivência espiritual também está condicionada a este ato contínuo de comunhão. É um privilegio ter a certeza de que a cada instante que precisemos de ar, nosso Pai deseja atender cada necessidade expressa em uma súplica de um coração sincero.
Não há mistério, não é difícil, basta “abrir o coração a Deus como a um amigo”. É tão simples como respirar.

Thalita Regina Garcia da Silva
Pró-Reitora Acadêmica do UNASP

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Meditações Diárias

15 de junho
Segunda-feira
LEI DO AMOR
“Porque Eu, o Senhor, não mudo.” - Mal. 3:6.

Escreva os Mandamentos de Deus em seu coração

A Torre de Pisa, na Itália, é famosa por sua inclinação, devido a um afundamento do terreno em que foi construída. Do alto de seus 56 m, a torre “torta” chega a uma inclinação de cinco graus, que cresce cerca de 20 mm por ano.
Seria possível morar na Torre de Pisa? Como você vai montar um quarto, uma sala? Não dá. O problema está na base. Se você aluga ou compra uma casa, pode reformá-la de acordo com o seu gosto: trocar o piso, mudar a cor e, até mesmo, a ordem dos cômodos. Mas, não é possível modificar os fundamentos da casa, a menos que você a derrube.
Infelizmente, existe muita gente como a Torre de Pisa – gente torta, que não está em cima de uma base sólida. Um pensamento comum para essas pessoas é de que nada é imutável e que, não existe verdade absoluta. Não podemos, porém, esquecer que os fundamentos são feitos para dar sustentação à obra e mantê-la em pé.
Esse é o princípio da Lei de Deus, também, conhecida como os Dez Mandamentos. Ela reflete parte do caráter de Deus; é o retrato de Sua maneira de pensar. Como um molde que fixa um padrão, a Lei precisa sempre ser colocada diante das pessoas como algo que não muda e uma base sobre a qual a vida deve ser construída.
Num mundo desalinhado pelo pecado, a ação de Satanás sempre trouxe transformações aos conceitos e princípios deixados por Deus. Mesmo depois do pecado, esses princípios eternos visam a trazer equilíbrio, ordem e propósito a pessoas, instituições e governos. Quando um deles, até mesmo o menor, é alterado, acontece um desequilíbrio da ordem natural das coisas, desencadeando um processo destrutivo.
Um exemplo é a infidelidade aos votos matrimoniais. Quando uma pessoa escolhe desobedecer aos princípios do casamento, as conseqüências desse ato podem levar à desintegração do casamento, à infelicidade e à má formação dos filhos em razão do mau exemplo. Tudo isso ocorre porque um fundamento foi quebrado.
A Bíblia diz que o homem que edifica sobre a rocha é bem-sucedido. Todo aquele que coloca na vida os Mandamentos de Deus como princípio imutável, é como o homem que edificou sobre a rocha. Assim como uma construção precisa ter fundamento sólido, o cristão precisa conhecer os princípios que não podem ser alterados. Sempre que alguém faz isso, estabelece um compromisso com a verdade, e isso o ajuda a crer cada vez mais.
Há uma grande necessidade de fundamentos sólidos no mundo de hoje. Ellen White disse: “A maior necessidade do mundo é a de homens [...] que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Ellen G. White, Educação, p. 56, 57). Renove a sua aliança com Deus e decida, mais uma vez, ser fiel a Seus Mandamentos!

Areli Barbosa
Líder de Jovens da União Sul Brasileira

domingo, 14 de junho de 2009

FOTO VENCEDORA

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