sexta-feira, 12 de junho de 2009

Endurance - a heróica jornada de Sir Ernest Shackleton
Acabo de ler o extraordinário The Endurance: Shackleton's Legendary Antarctic Expedition (Knopf, 1998) e fiquei absolutamente fascinado pela saga desse irlandês que viveu, no século passado, uma das mais espetaculares aventuras na história da exploração polar.
O ano era 1914 e os ingleses recentemente haviam perdido uma corrida contra os noruegueses para ver quem chegava primeiro ao ponto mais extremo do Pólo Sul, fincando pé na maior latitude desse hemisfério. Restava, porém, o desafio de conseguir atravessar de um extremo a outro o continente Antárctico. A pé, lógico*.
Longe de ser um calouro na região, Sir Ernest Shackleton já havia chefiado duas missões ao Pólo Sul, onde reuniu experiência e reputação necessárias para sua terceira e derradeira epopéia.
Nessa nova empreitada, Shackleton reuniu uma equipe de 27 homens com as mais diversas habilidades, formações, caráteres, temperamentos, ambições. Uma equipe que partira com um objetivo de fazer história com seu pioneirismo, mas que ficou conhecida para sempre por sua bravura, coragem, tenacidade, companheirismo e uma incrível vontade de sobreviver.
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Fui apresentado a esse livro pelo Guti que, por começar a velejar antes de aprender a andar, nutre uma natural admiração pelo feito narrado no livro. Jamais conseguirei reproduzir aqui o entusiasmo com que ele me narrou a história que prontamente me atraiu, mas um pequeno resumo dessa incrível jornada dá a dimensão do que Shackleton e seus homens alcançaram:
O Endurance, um navio de madeira (sim, madeira!) construído dois anos antes, partiu da Inglaterra em 8 de agosto de 1914, menos de uma semana depois do início da I Guerra Mundial. Após paradas na Argentina e uma passagem pela ilha de South Georgia, rumou para a Antárctica em 5 de dezembro.
Já no Mar de Weddel, Shackleton e sua tripulação enfrentaram um clima extremamente hostil na Baía de Vahsel, onde em 19/01/1915 uma grossa camada de gelo formou-se em torno do navio, aprisionando-o para sempre.
Com o inverno polar à frente, a expedição preparou-se para longos meses de espera até o verão quando, presumidamente, retomariam a viagem. Mas o intenso frio da região e ventos de mais de 150 km/h mudariam dramaticamente o curso da aventura.
Enclausurados dentro do navio, a tripulação matava o tempo como podia: lendo, cantando, jogando baralho ou xadrez, exercitando-se nas planícies congeladas, brincando com os cães e até jogando futebol no gelo. Para piorar as coisas, o inverno glacial do pólo deixou o Endurance quase quatro meses na mais completa escuridão.
A inapelável pressão exercida pelo gelo nas estruturas do navio chacoalhava-o aterrorizando seus tripulantes, enquanto apavorantes estalos eram ouvidos por todos. No final de outubro, o gelo começou a esmagar o casco do Endurance, esmigalhando-o como uma casca de ovo e levando-o a pique em 21/11/1915. Contando apenas com os três botes salva-vidas levados a bordo, Shackleton e seus homens montaram acampamento (ironicamente batizado de Patience Camp) nos gigantescos blocos de gelo enquanto preparavam um desesperado plano de regresso.
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Imensos esquis foram adaptados sob os botes para que eles pudessem ser arrastados até o local mais próximo onde encontrariam terra firme, a 400 quilômetros dali. Após frustradas tentativas de prosseguir viagem, pois não conseguiam avançar mais do que dois quilômetros por dia, resolveram esperar que a correnteza levasse-os sobre os enormes blocos de gelo até a Ilha Paulet, no extremo da Península Antárctica.
Em 17/03/1916, quase dezesseis meses após a partida, a expedição encontrava-se a menos de 100 quilômetros do objetivo. Em 9 de abril, porém, o bloco de gelo onde se encontravam partiu-se, obrigando-os a cobrir o resto do percurso dentro dos botes salva-vidas.
Durante cinco dias os 28 homens enfrentaram o frio cortante da região, chuva e neve intensas além de um mar implacavelmente revolto. Nos dois dias finais, não havia mais água potável a bordo e a limitada ração desprovida de carboidratos transformava a obrigação de remar numa tarefa sobre-humana para os exaustos marujos há 70 horas sem dormir.
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Já acampados na Elephant Island - terra firme após quase quinhentos dias no mar - os bravos tripulantes do Endurance precisavam de um novo plano de sobrevivência. Sir Shackleton optou, então, por uma missão desesperada e quase suicida: cruzar o extremo Oceano Atlântico de volta à South Georgia, de onde partiram.
Adaptações e reforços foram feitos ao James Caird, um dos botes salva-vidas, para que Shackleton e mais cinco tripulantes tentassem atingir o novo destino em busca de resgate. Partindo em 24/04/1916, os seis desbravadores enfrentaram por quinze dias o mais traiçoeiro oceano jamais navegado, no mesmo local e data que um cargueiro de 500 toneladas naufragou.
Como se não bastassem as dificuldades naturais da travessia, as bússolas não funcionavam de forma confiável nessa região, dada sua proximidade com um dos pólos magnéticos da Terra. Sendo assim, toda a navegação era à base do primitivo sextante, cartas náuticas e os infalíveis instinto e perícia do neozelandês Frank Worsley.
Suas medições baseadas nas posições do sol, lua e estrelas eram prejudicadas por densos nevoeiros e o incessante revezamento entre chuva e neve.
Junto com as demais informações como direção do vento e das correntezas, Worlsey conseguiu guiar o James Caird precisamente até uma praia deserta da South Georgia onde, extenuados, os seis desembarcaram. Era o dia 8 de maio de 1916.
O desembarque do James Caird deu-se, no entanto, no lado da ilha oposto do local onde ficava a estação baleeira de Stromness. Restava ao grupo atravessar, ainda, gigantescas montanhas cobertas de neve. Com Tom Crean e seu GPS humano Worsley, Shackleton caminhou por 36 horas quase ininterruptas até (finalmente!) chegar novamente à civilização.
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O momento do reencontro do trio com os incrédulos habitantes da estação norueguesa de Stormness compõe uma das mais emocionantes passagens do livro e marca, também, o início da mais dramática para Sir Shackleton.
Após o resgate dos três integrantes que haviam ficado na outra parte da ilha, Shackleton desesperou-se em frustradas tentativas de organizar uma viagem de volta à Elephant Island para reencontrar os outros 22 companheiros que deixou para trás. Sem o apoio do governo inglês, por demais envolvido nos esforços de guerra, ele apelou aos países sulamericanos suplicando-lhes ajuda para buscar o restante de sua tripulação.
Nos quatro meses de agonizantes apelos à Inglaterra, Argentina, Chile e Uruguai para organizar a viagem de resgate Shackleton teria, segundo palavras de Worlsey, envelhecido mais do que durante todo o restante da viagem ficando com o rosto todo vincado e completamente grisalho.
Quando finalmente uma expedição teve sucesso, patrocinada pelo governo chileno, o Yelcho apontou no horizonte da Elephant Island em 30 de agosto de 1916, vinte e quatro meses e vinte e dois dias após o início da viagem. Guardadas as devidas proporções, todos os vinte e oito heróis da legendária expedição foram resgatados com saúde. Nenhuma vida foi perdida sob o comando de Sir Ernest Henry Shackleton.
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Alguns filmes já foram produzidos sobre essa viagem, dentre eles uma mini-série para TV estrelada por ninguém menos que Kenneth Branagh. Encontrei, ainda, um outro longa-metragem filmado em 2001 no espetacular formato IMAX, chamado Shackleton's Antarctic Adventure ("A story of ordinary men, under extraordinary circumstances"), cujo empolgante trailer pode ser visto aqui (recomendadíssimo!)‡.
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Essa edição do livro que comprei é ilustrada pelas belíssimas fotos tiradas pelo fotógrafo oficial da expedição Frank Hurley que, equipado com máquinas semelhantes aos lambe-lambe atuais, produziu um riquíssimo registro da aventura, alguns dos quais reproduzi aqui. Aliás, confesso que me arrependi um pouco de ter comprado a versão original pois, mesmo conseguindo ler com facilidade em inglês, os muitos termos técnicos e específicos de navegação me atrapalharam bastante (a versão em português, da Companhia das Letras, chama-se "Endurance: a lendária expedição de Shackleton à Antártida").
Diversos outros foram escritos sobre essa viagem, inclusive por Shackleton e seus tripulantes. Algumas de suas lições de liderança foram reunidas em Leading at the edge - leadership lessons from the extraordinary saga of Shackleton's Antarctic Expedition, de Dennis Perkins, aguardando sua vez na fila da minha cabeceira.
Estou muito curioso para entender como Shackleton conseguiu que seus 27 intrépidos tripulantes do Endurance permanecessem unidos durante os dois longos anos de sua jornada. Como ele teria mantido a moral, a esperança e, especialmente, a saúde física e mental de homens que, por meses a fio, almoçavam foca e jantavam pingüim? De que forma ele foi capaz de evitar o desespero característico da fome, sede, frio e cansaço que os assolava? De que espírito de liderança estava imbuído esse homem em que todos confiavam, respeitavam e obedeciam? Que especial capacidade torna uma pessoa capaz de tal proeza?
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* Para se ter uma idéia do ambicioso projeto de Shackleton, a travessia do continente Antárctico só se concretizou quase quarenta anos depois, liderada pelo explorador britânico Duncan Carse.
‡ Encontrei os links no YouTube para esse filme. Está em high definition, mas claro que não chega aos pés do formato IMAX. São onze partes e o primeiro está aqui. Depois vem 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11. Deu um trabalho do cão encontrar todas as partes e fazer os links! Mas o que eu não faço por vocês, queridos leitores. Então dê-se ao trabalho de assistir ao menos um!
Texto de Rodolfo Araújo

Novo Visual

Bom dia,
como está seu recesso escolar?
Espero que nestes de descanso você esteja recarregando as baterias para as ultimas atividades academicas deste semestre.
Mudamos as cores do nosso blog. Parece que a leitura ficou mais fácil.
Faça seu comentário, de sua opinião.
Abraço a todos.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Meditações Diárias


10de junho
Quarta-feira
QUE BELEZA!
“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.” – I Coríntios 10:31.

Os verdadeiros motivos para você cuidar bem de seu corpo
O ditado diz: “Beleza e gosto não se discutem.” Mas parece que, nos últimos tempos, os padrões de beleza e estilo não só foram discutidos como também, rigidamente, demarcados. Funciona mais ou menos assim: alguém define um padrão de beleza, a mídia divulga e intensifica a idéia de que esse padrão seria o melhor. Por fim, a repetição constante formaliza o estereótipo. Não há dúvida de que essa pressão gigantesca influencia milhares de pessoas.
Bem, querer ter um corpo e um rosto bonito não é nenhum pecado. O problema é que muitos anseiam a beleza por finalidades erradas. A simples busca por uma estética perfeita pode levar as pessoas a uma satisfação egoísta. Afinal, por que busco a beleza, um corpo saudável, “sarado”? Os apelos ao nosso redor podem nos transformar em viciados, a ponto de não perceber o que está por trás dessa busca.
Em Êxodo 20:3, Deus diz: “Não terás outros deuses diante de mim.” Isso não quer dizer que as pessoas devam descuidar da boa forma física. É claro que devemos cuidar do nosso corpo, inclusive, porque isso revela que temos amor-próprio. Por outro lado, há pessoas muito bonitas, mas com um eu tão obeso, que se tornam insuportáveis.
É fácil se confundir na busca por esse padrão. O incentivo a um estilo de vida é quase igual, o que diferencia é “para quê?”. Ellen White fala dos oito remédios naturais: ar puro, água pura, luz solar, exercício físico, repouso, abstinência de vícios, regime alimentar conveniente e confiança no poder divino. Talvez com exceção do último, esses pontos são freqüentemente incentivados por médicos e nutricionistas. O procedimento é parecido, mas o objetivo final pode ser totalmente diferente.
Enquanto alguns buscam beleza e simetria para atrair os holofotes e as atenções, outros buscam um corpo “são” para poder ouvir cada vez melhor a voz e a vontade de Deus. Não cuidam apenas do corpo, mas, também, das entradas da alma. Ellen White diz que “o corpo é o único agente pelo qual a mente e a alma se desenvolvem para a edificação do caráter” (Ciência do Bom Viver, p. 130). A formação do caráter depende de um corpo saudável por isso é importante ter uma vida com propósito.
Para obter resultados, viva de acordo com os princípios de Deus na temperança. Busque um corpo saudável, mas busque muito mais uma mente saudável, para ouvir a vontade de Deus para a sua vida.

Areli Barbosa
Líder de Jovens da União Sul Brasileira

terça-feira, 9 de junho de 2009

Meditações Diárias


09 de junho
Terça-feira
REGRAS PARA O SUCESSO
“A integridade dos retos os guia; mas, aos perversos a sua mesma falsidade os destrói.” - Pv 11:3.

Certo aluno do ensino médio estava voltando para casa, após uma manhã cansativa de aulas, quando passou na banca de um cego que vendia doces. Apesar de sua deficiência visual, aquele senhor era bem conhecido no bairro e era respeitado pelas pessoas. O menino passou por ele e disse: “Estou pegando uma barra de chocolate”, ele pagou o cego, mas em vez de pegar uma barra, pegou duas e saiu correndo até chegar em casa.
Almoçou e foi para o quarto comer seus chocolates, no entanto, por alguma razão não consegue dar aquela mordida gostosa na barra. Sua consciência o acusava constantemente de sua desonestidade e seu roubo. Tentou esquecer, mas piorava cada vez mais. À noite, enquanto assistia ao jornal com seu pai, noticias de ladrões presos e furtos descobertos pela polícia o confrontavam diretamente, fazendo-o lembrar dos chocolates roubados. No dia seguinte, quando voltava da escola, não conseguiu segurar por mais tempo. Foi até a banca e confessou àquele senhor o que tinha feito. Chorou e pediu perdão. O cego ficou em silêncio por algum tempo, ouvindo atentamente o garoto. Então, disse: “O verdadeiro caráter de um homem é medido pelo tamanho de sua honestidade e integridade”.
Você pode achar que o professor não viu sua “cola” na hora da prova. Ele pode até não notar que você não tenha copiado a pesquisa e idéia de seu colega; talvez, ele acredite no seu relatório de leitura falso e você ganhe uma boa nota e um importante diploma. Mas, a tua própria “falsidade o destruirá” no mercado de trabalho, na entrevista de emprego, quando tiver que tomar uma decisão importante, quando você enfrentar problemas no seu casamento ou quando for educar os seus filhos. Pode ser que, agora, pareça ser sinônimo de esperteza, mas a vida mostrará as verdadeiras conseqüências de atitudes como essa. Deus nos diz para sermos sempre íntegros e honestos, pois “quem é fiel no pouco, também, é fiel no muito; e quem é injusto no pouco, também, é injusto no muito”. Sempre vale a pena seguir a Palavra de Deus.

Rogério Sorvillo Vieira
Assessor de Marketing do UNASP/Professor do UNASP-EC

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Meditação Diária


08 de junho
Segunda-feira

AMIZADE

Quando se fala em amizade, a primeira coisa que nos vem à mente é confiança. Aquele tipo de confiança que produz liberdade, liberdade para ser o que você realmente é, sem medo. Ser amigo significa poder pensar alto, sem reservas, afinal, a verdadeira amizade não faz imposições, é espontânea, livre e não põe condições.
Certa vez, Jesus afirmou: “Vocês serão meu amigos se fizerem o que eu lhes ordeno”. Não é interessante que Jesus, o Amigo dos amigos, afirma que não é qualquer pessoa que será Seu amigo? Ele parece impor condições a Sua amizade. Ou você faz o que Ele manda, ou não será Seu amigo. Seria isto amizade? Amigos de verdade têm o direito de fazer este tipo de imposição?
Primeiramente, temos que entender algumas coisas sobre o Amigo que fez essa afirmação. Jesus diz que ninguém tem mais amor do que Ele, pois deu a Sua vida pelos seus amigos. Quando Ele afirma haver dado a vida por nós, temos que entender que Ele nos salvou da morte. Ele possibilitou a vida de todos nós e, por conseguinte, a amizade. Ele é o autor de tudo e, portanto, sabe como as coisas funcionam. Nós existimos por causa dEle. Ele tudo sabe, nós somos confusos. Ele tem todas as certezas, nós nem sequer nos conhecemos direito porque nosso coração é enganoso.
Já percebeu que, a despeito de Jesus nos impor condições à Sua amizade, mesmo assim, todos nós queremos ser Seus amigos? Por quê? Porque é bom ser amigo de Jesus. Nele há conforto, há vida, há salvação e nossa vida se torna realmente muito boa porque os verdadeiros amigos nos trazem paz.
Jesus morreu por todos e deseja que o Seu amor chegue a todos através de nós. Porém, nós, seres humanos, nem sempre pensamos assim. Consciente ou inconscientemente temos a tendência de sermos seletivos em nossas escolhas. Temos a tendência de sermos amigos de quem nos interessa porque temos medo de não sermos amados de volta ou, simplesmente, porque essa é a nossa natureza. Afinal, “os semelhantes se atraem”, certo? Se alguma pessoa é diferente ou pensa de forma diferente da nossa, isso nos incomoda, assim, nós, simplesmente, a descartamos de nosso convívio e, muitas vezes, chegamos a ignorá-la.
Jesus quer ser nosso amigo, claro! Ele morreu justamente para isso. Assim, quando afirma que, para sermos Seus amigos, temos que fazer o que Ele nos manda, e, assim mesmo, resta-nos uma dúvida: o que será que Ele nos manda, precisamente?
Perfeito como era, Jesus amou ilimitadamente todos os seres humanos e conhecedor da nossa limitação e relutância em fazer o mesmo, simplesmente afirma: “Uma coisa vos mando: que vos ameis uns aos outros”.
Amor. Essa é a condição. Vale perceber que essa condição não visa a um benefício ou a um tipo de pagamento em troca do que Jesus fez por nós. Não, o que Ele fez foi grátis. O que Ele espera é não ter morrido em vão pelo simples fato de não vivermos em amor pelos nossos semelhantes. Ele quer maximizar Sua obra. E qual é nossa parte? Uma parte, naturalmente, maravilhosa: amar. A vantagem será dupla: seremos amigos de todos e, por conseguinte, amigos de Jesus.

Valdecir Simões Lima
Professor do UNASP-EC

domingo, 7 de junho de 2009

FOTO VENCEDORA


Com 15 votos contra 14 esta foi a foto vencedora da enquete.