quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Meditações Diárias

NATUREZA SUICIDA

“Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro e sim o que detesto. Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim.”
Rom. 7:15 e 17

Conta uma lenda indiana que, certa vez, um escorpião aproximou-se de um sapo que estava na beira de um rio para fazer um pedido: "Sapinho” – disse ele – “você poderia me carregar até a outra margem deste rio tão largo?"
"Só se eu fosse tolo!” – respondeu. “Você vai me picar, eu ficarei paralisado e afundarei."
O escorpião, com carinha de boas intenções, replicou: "Isso é ridículo! Se eu o picasse, ambos afundaríamos." O sapo parou, pensou e decidiu dar um voto de confiança, afinal, de fato, se o seu “amigo” o picasse, morreria junto com ele.
No meio do rio, o escorpião cravou seu ferrão no anfíbio. Atingido pelo veneno, e já começando a afundar, o sapo perguntou: "Por quê? Por quê?" O escorpião respondeu: "Por que sou um escorpião e essa é a minha natureza."
Que natureza suicida a deste escorpião, não é mesmo? É lastimável dizer, mas é bem parecida com a nossa.
Quantas vezes “cravamos nosso ferrão” em familiares, amigos, colegas, professores e – por mais insensato que pareça – naqueles a quem mais amamos. Pode ser o ferrão do mau humor, da crítica, da inveja, do egoísmo, das palavras ríspidas, o ferrão da falta de amor.
Como o escorpião, essa é a nossa natureza. É exatamente como Paulo disse aos Romanos: “Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro e sim o que detesto. Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim.” - Rom. 7:15 e 17.
Tenho certeza de que você quer ser diferente. É claro que não quer morrer afogado no rio desta vida por não conseguir controlar sua natureza pecaminosa. Para isto, “O coração inteiro tem de render-se a Deus, ou do contrário não se poderá jamais operar a transformação pela qual é restaurada em nós a Sua semelhança. Por natureza estamos alienados de Deus. (...) Somos retidos nos laços de Satanás, "em cuja vontade" (II Tim. 2:26) estamos presos. Deus deseja curar-nos, libertar-nos. Mas como isto requer uma completa transformação, uma renovação de nossa natureza toda, é necessário rendermo-nos inteiramente a Ele.” - Caminho a Cristo, p. 43.
Deus deseja transformar nossa natureza de escorpião e fazer-nos pessoas melhores, pessoas que possam mostrar o poder de uma vida transformada por Jesus.
Comprometa-se com este estilo de vida. “Seja vossa oração: ‘Toma-me, Senhor, para ser Teu inteiramente. Aos Teus pés deponho todos os meus projetos. Usa-me hoje em Teu serviço. Permanece comigo, e permite que toda a minha obra se faça em Ti.’” - Caminho a Cristo, p. 70.
José Umberto Moura de Oliveira
Diretor de Desenvolvimento Espiritual
UNASP Campus EC

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Amanhecer em Hortolândia

Esta foto foi enviada pela amiga Ana Maria Gallo. A foto foi intitulada: "Amanhecer em Hortolândia."

Meditações Diárias

INSTRUMENTOS DE DEUS

“Mas o Senhor lhe disse: Vai, porque este [referindo-se a Saulo/Paulo] é para mim um instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel.”
Atos 9:15


Até algumas décadas atrás, os índios Kaiuás ocupavam ainda inúmeras aldeias no Mato Grosso do Sul. De 1915 a 1928, o Governo Federal demarcou para usufruto dos índios um total de oito reservas, perfazendo 18.124 hectares. Este foi o início de um processo compulsório de confinamento das diversas aldeias que antes se encontravam espalhadas em um imenso território, mas que desde então deveriam se limitar às reservas demarcadas. Com a implantação da Colônia Agrícola Nacional, em pleno território de inúmeras aldeias kaiuás, feita por Getúlio Vargas, a partir de 1943, e com a instalação das fazendas de gado a partir de 1950, ocorreu a ocupação definitiva da totalidade do território tradicional pelas frentes de ocupação não-indígena.
O confinamento dentro das Reservas, que atingiu seu auge nas décadas de 1980 e 1990, criou uma realidade altamente complexa: a superpopulação, a sobreposição de aldeias e chefias, a restrição na mobilidade geográfica e o gradativo esgotamento dos recursos naturais. Este processo histórico, extremamente desfavorável aos Kaiuás, propiciou inúmeras dificuldades que são atualmente vivenciadas por eles resultando em intenso consumo de bebidas alcoólicas e o elevado número de suicídios.
Desde 1928, com a permissão da FUNAI, uma missão evangélica norte-americana se instalou na região de Dourados (MS) para levar o evangelho à maior aldeia do Brasil. Chamada de Missão Kaiuá, o movimento missionário abriu um hospital e uma escola para os índios. Em virtude da disputa histórica pelas terras nessa região, o preconceito afastou os brancos dos índios. Por isso, os índios não são bem recebidos na cidade e são atendidos apenas no hospital da missão.
Além do desafio de aprender a língua kaiuá a partir da tentativa de decifrar sons e gestos dos índios, os missionários também conseguiram codificá-la e registraram-na por escrito pela primeira vez através da publicação da Bíblia kaiuá. Este foi o trabalho de toda uma vida da missionária inglesa Audrey Taylor, que ao dizer, enfaticamente, “Deus me chamou para isso”, demonstra estar feliz, pois através de seu trabalho Deus pode falar com os índios na própria língua kaiuá. Pode Deus também falar às pessoas ao seu redor através do seu trabalho, suas ações, suas palavras, gestos e atitudes? Assim como Deus chamou Audrey para fazer esse trabalho, Ele também o chama para ser um instrumento através do qual ele possa falar com as pessoas.

Adriani Milli
Professor no UNASP Campus EC

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Meditações Diárias

O QUE VOCÊ VÊ PELA JANELA?

Existe uma história interessante acerca de dois homens que estavam gravemente enfermos e se encontravam no mesmo apartamento de um hospital público. Vamos chamá-los de José e João.
O quarto era pequeno e havia uma única janela. José tinha a sua cama perto da janela e passava as tardes sentado na cama e olhando para fora. João, o seu companheiro de quarto, tinha de passar todo o seu tempo deitado de barriga para cima.
Quando José era colocado em posição sentada, ele passava o tempo descrevendo para João o que “via” lá fora. Parecia que a janela dava vista para um grande parque onde havia um lago. Havia muitos patos e cisnes no lago e as crianças ficavam atirando pão e também gostavam de colocar na água barquinhos de brinquedo. Havia também vários casais de namorados que caminhavam alegremente de mãos dadas entre as árvores e havia flores, gramados e garotos jogando futebol. Lá no fundo, por trás das grandes árvores, avistava-se o belo contorno dos prédios da cidade.
João ficava ali deitado e ouvia o amigo descrever tudo isso, apreciando muito todos os detalhes. Ouviu acerca de uma criança que quase caiu no lago e sobre como havia garotas bonitas em seus vestidos coloridos.
Com o passar dos dias, as descrições fizeram João sentir que quase podia ver o que estava acontecendo lá fora e sentia uma vontade tão grande de deitar-se junto à janela que não ficou nem um pouco triste quando o amigo foi transferido para uma outra ala do prédio.
Um pouco mais tarde naquele dia, João perguntou para a enfermeira se poderia ser colocado na cama perto da janela. Eles prontamente atenderam ao seu pedido e o colocaram lá. Cuidadosamente o aconchegaram sob as cobertas e fizeram com que se sentisse bastante confortável. Um minuto depois que saíram, ele se apoiou sobre os cotovelos, com dificuldade e sentindo muita dor, olhou para fora da janela. Tudo o que ele viu foi apenas um muro velho e sujo!
O que é que estamos vendo pela janela da vida, onde talvez só existam muros? É incrível como muitas pessoas transformam muros em jardins primaveris, enquanto outras deixam os muros apenas como muros velhos e sujos.
Vamos lá! Tem um lindo parque florido, de muitas possibilidades, onde talvez você esteja vendo apenas um muro sujo e feio de muitos problemas.

Antonio Braga Filho
Professor no UNASP Campus SP

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Meditações Diárias

DANIEL - “DEUS É O MEU JUIZ”

“Três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças.” Daniel 6:10

A pena inspirada descreve Daniel como um homem impoluto e isento de faltas.
Daniel e seus três companheiros eram jovens quando chegaram, como escravos, a Babilônia. Ali durante todo o tempo, andaram exemplarmente com Deus, sem se desviarem para qualquer extremo.
Daniel se tornou um estadista fino em dois impérios pagãos e fiel seguidor do Altíssimo. Nada o demovia de suas práticas religiosas. Era um homem de oração e entendido nas Escrituras. Tinha o costume salutar e exemplar de orar três vezes ao dia, publicamente. Sua janela aberta revelava sua devoção. Necessitamos hoje de muitas janelas abertas para o Alto e corações em sintonia espiritual, pela oração, com o Céu!
Leal, competente e corajoso plasmou nos seus amigos aquela fidelidade que ele mesmo desenvolveu em seu caráter e o preparou para ser firme aos princípios divinos e puro de vida. Ele andava com Deus e seus amigos andaram também.
Vivendo em meio ao luxo, pompa e luxúria da corte de Babilônia, estudando na mais famosa universidade de todo o mundo por três anos, eles não se deixaram influenciar por sua corrupção e nem mesmo se contaminar com os manjares dos deuses. Mantiveram-se física e sexualmente puros, mental e espiritualmente limpos de qualquer dissipação que os rodeava: Que exemplo para os nossos jovens hoje, que vivem nesta sociedade sexualmente livre, nas universidades de livres-pensadores e no meio de tantas tentações à direita e à esquerda. Todos precisamos ser adventistas de princípios firmes como foi o primeiro-ministro Daniel!
O Pastor Carlos Aeschlimann viajava num carro-restaurante no Chile. À sua mesa sentou-se um outro senhor, estranho. Não se conversaram. Quando veio o primeiro prato o pastor pôs o presunto de lado e notou que o senhor notou isto. Ao ser servido o vinho, Carlos pôs a garrafa de lado. O homem quase falou, mas... Então, o pastor fez uma oração. Então o homem lhe perguntou: “O senhor é adventista, não é?” “Sim! E como o senhor sabe?” “Ora, o senhor não precisa me dizer nada, pois está ‘gritando’ que é adventista! Não comeu o presunto, não bebeu o vinho, e fez oração. Somente os adventistas procedem assim, ninguém mais!”
Daniel também viveu assim, e os seus amigos, inclusive você, não é? Ele era um moço de princípios sadios e, além disso, orava; começava o dia com Deus, passava o dia todo com Deus e o terminava com Deus!
“Orando constantemente, estudando conscienciosamente e mantendo-se em contato com o Invisível, andavam com Deus como Enoque andou.” – Profetas e Reis, pág. 483.
Moisés S. Nigri

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Meditações Diárias

CULTIVE A ESPERANÇA

“Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.”
Fil. 3: 13 e 14

Algumas pessoas têm uma dificuldade enorme de viver o presente. Estão sempre amarguradas pelas derrotas e problemas do passado. Não realizam quase nada. Não tem metas ou objetivos, não se atualizam. Insistem em ficar remoendo os reveses da vida, coisas que não podem ser modificadas. Outros estão sempre impressionados com as glórias que um dia viveram. Essas pessoas também não são muito produtivas. Estão fixas no que um dia fizeram. Coisas que no presente, talvez, não tenham qualquer importância ou relevância.
No texto de hoje vemos que Paulo encara a vida da maneira correta:
Não se mostra extasiado com seus triunfos nem frustrado com suas derrotas.
Deixa transparecer que o passado existe para aprendermos com ele, não para vivermos nele.
Ele olha para o futuro. Nele estão suas metas e esperanças.
Vê o presente da maneira correta: A palavra “prossigo” indica que ele aceitava os desafios da vida. Mas não perdia tempo nem energia lidando com crises imaginárias.
É como aquela história do homem que vendia cachorro quente na beira da estrada. Os negócios iam bem e ele faturava um bom dinheiro na beira da estrada vendendo os melhores lanches do mundo. Mas um dia seu filho voltou do exterior. Quando viu seu velho pai fazendo aquele trabalho, logo disse:
- “Pai, você não viu os jornais? Não ouviu as notícias? Não está atento para o que está acontecendo no mundo? A coisa está feia! As empresas estão quebrando, o mercado está saturado, o mercado das bolsas de valores está instável. Todos estão se sentindo inseguros. É melhor você parar de investir tanto nesses seus cachorros quentes!”
O pai imaginou que o filho tivesse razão. Afinal, ele era apenas um velho vendedor de beira de estrada e seu filho um homem inteirado do mundo dos negócios. Então diminuiu o molho (que era uma delícia), reduziu a variedade de recheios. Fez um pão menor e menos fofinho e colocou menos salsichas no carrinho.
As pessoas começaram a deixar de parar ali. Afinal o lanche do bom velhinho já não era a mesma coisa. Foi quando aquele homem disse para si mesmo: “É verdade, bem que meu filho disse. A coisa está feia!”
Se você anda com Deus, não se vanglorie das vitórias do passado nem se incomode com as suas derrotas. Aceite os desafios da vida. Prossiga para o alvo. Confie nEle. Cultive a esperança.

Denis Konrado Fehlauer
Diretor de Desenvolvimento Espiritual
UNASP Campus SP

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Digitais do Criador




PEDIDOS DE ORAÇÃO

Querido amigo,
você pode fazer seu pedido de oração de duas formas.
Primeira: se você desejar que seu pedido seja visto por todos blogueiros é só posta-lo em comentários abaixo de qualquer postagem.
Segunda: através do e-mail
narcizoraul@gmail.com, desta forma só o pastor tem acesso a seu pedido de oração.

Meditações Diárias


O GRANDE ATRATIVO


“E Eu, quando for levantado da Terra, atrairei todos a Mim mesmo.” João 12:32


Conta-se que um rei inteligente e criativo, preocupado com a possibilidade de um súdito tresloucado atentar contra a sua integridade física ou mesmo contra a sua vida, mandou instalar, de forma camuflada, uma quantidade significativa de ímãs no batente do grande portão que dava acesso ao seu palácio.
Esses ímãs possuíam um poder de atração tão intenso, que o infeliz súdito que tentasse passar por esse portão portando algum objeto ou arma metálicos era, literalmente, atraído para o batente, ficando grudado nele. O coitado, segundo a história, permanecia imobilizado ali até ser resgatado pelos seguranças de sua majestade. É desnecessário dizer que dali o pobre cidadão era conduzido, com todas as honras de que era merecedor, a uma afiada guilhotina.
Jesus, mesmo, disse que o cumprimento integral de Sua missão se constituiria num evento para o qual convergiriam os olhares da humanidade. E, de fato, Seu sacrifício na cruz espargiu gotículas de sangue por todos os quadrantes desse velho e combalido mundo.
Na verdade, é impossível pensar em Jesus, sem vê-Lo pendendo na execrável cruz. É no alto do Calvário que Ele concentra as atenções dos habitantes do Planeta Terra e do Universo. Há uma expectativa em todo o Universo de como os moradores da Terra considerarão o imenso sacrifício do Filho de Deus. Por intermédio do profeta Oséias, Ele preconizou Seu compromisso com a humanidade perdida: “Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor.” – Oséias 11:4.
Deixe-se atrair pela força desse amor incomensurável. Permita-se embalar pelas suaves cordas que pendem do alto do Gólgota. Não rejeite o poder que a cruz continua exercendo sobre você. Saiba que a conta que você contraiu para com o Céu foi paga há 2000 anos. Há crédito suficiente para você receber o último convite de Jesus: “Vinde benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do Mundo.” - Mateus 25:34.
José Nilton de Lima
Professor no UNASP Campus SP

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Meditações Diárias


OUVIR CONSTRÓI RELACIONAMENTOS

“Todo homem, pois, seja pronto para ouvir.” Tiago 1:19

Um dos maiores presentes que você pode dar a uma pessoa é ouvir o que tem a dizer. Como Tiago nos disse no versículo acima, devemos ser bons ouvintes.
Ser pronto para ouvir significa tanto ter a disposição de ouvir quanto ser rápido em fazê-lo.
Este é um presente de tamanha importância espiritual para os outros que é capaz de recriar um senso de importância, esperança e amor onde a refeição, o desânimo e o desespero haviam provocado enormes desastres.
Provérbios 20:12 nos diz: “O ouvido que ouve, e o olho que vê, o Senhor os fez assim um como o outro”. Ouvir é uma ferramenta que Deus deu à sua criação para valorizar e nutrir uns aos outros. Mas, como qualquer outra ferramenta, você precisa aprender a usá-la.
Ouvir exige que você faça um grande investimento em seus sentidos físicos, espirituais e emocionais. Exige que você veja com os olhos do coração. Ouvir é olhar além das palavras faladas e ver o que as ações da pessoa estão dizendo também. Para realmente ouvir, você precisa desejar estar concentrado na outra pessoa.
Ouvir requer o uso do ouvido de seu coração para que possa ouvir não apenas as palavras faladas, mas sobretudo aquelas que não foram ditas, vindas do espírito, as quais são muito dolorosas para serem expressadas de forma audível. É possível que você precise reclinar seu ouvido sobre o peito emocional do outro para, assim, ouvir as batidas do coração de quem está em crise.
Ouvir demanda abertura para tudo aquilo que se deseja compartilhar: sentimentos, atitudes ou preocupações. Isso pode ser difícil, pois ouvir realmente significa que você está abdicando não apenas do desejo de consertar as coisas, mas também de defender-se. Ouvir na defensiva é algo impossível. Ouvir significa colocar a si mesmo na posição em que a pessoa está, segundo o ponto de vista dela, e reagir com amor a tudo o que for compartilhado com você.
Você também está recebendo um presente quando ouve. Está recebendo um convite para entrar no coração de alguém. Convidados atenciosos são bem-vindos nas próximas vezes, pois criou-se um vínculo de confiança. A confiança é o solo fértil onde os relacionamentos são cultivados.
Você pode ajudar as pessoas a aprofundarem suas raízes na amizade, mostrando-lhes um exemplo. Tome a iniciativa de compartilhar abertamente e de modo carinhoso. Reaja com confiança e gratidão. Receba bem os outros em sua vida e você descobrirá que os outros abrirão espaço para você também.

Norman Wright

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Meditações Diárias

ANSIEDADE: FONTE DE INFELICIDADE

“Mas, buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Mat. 6:33.
A ansiedade é um mal que nos impede de desfrutar o que a vida tem de melhor: o dia de hoje. Cada dia traz com ele os desafios que devemos enfrentar. Temos muitos prejuízos ao tentarmos acelerar o tempo para usufruir algo que ainda não é nosso: o futuro.
Uma antiga fábula francesa ilustra a decepção dos apressados. Conta que um menino chamado Pedro não gostava da escola e torcia para que as aulas acabassem logo. Ele nunca conseguia curtir aquilo que estava fazendo e sempre ansiava pela próxima coisa. No inverno, desejava que fosse verão. No verão, queria a acolhedora lareira do inverno. Mas do que mais gostava era brincar com a amiga Liese, com quem queria se casar um dia.
Certa vez, caminhando pela floresta, viu uma anciã segurando uma bola prateada da qual pendia um fio dourado. “O que é isso?”, perguntou. “Isto é o fio da sua vida”, respondeu ela. “Se você quiser que o tempo passe mais depressa, é só puxar um pouquinho o fio e uma hora passará como se fosse um segundo. Mas quero alertá-lo: uma vez que o fio tenha sido puxado, ele não pode ser enfiado de volta.” Pedro pegou a bola alegremente. Que presente mais perfeito!
No dia seguinte, enquanto Pedro divagava sobre seu fio mágico, a professora lhe deu uma bronca por não estar prestando atenção. “Queria que já fosse hora de voltar para casa”, pensou Pedro, quando sentiu a bola prateada no bolso. Cuidadosamente ele puxou um pouquinho do fio. De repente, a sineta tocou e a aula acabou. Pedro correu feliz para casa. Como seria fácil a vida dali por diante! Assim ele começou a puxar o fio um pouquinho por dia. Mas, numa noite, Pedro deu uma puxada bem grande e, logo, terminou os estudos e se casou com Liese. Então deu uma puxada maior e, de manhã, acordou para se dar conta de que era um profissional. Teve filhos. Quando estavam doentes e faltava dinheiro, era só puxar o fio e, pronto, tudo estava resolvido. Resolveu fazer os filhos crescerem e saírem de casa, para isso, deu uma boa puxada no fio. Ele e Liese estavam sós. Agora se sentia verdadeiramente feliz.
Mas um dia ele viu, surpreso, que o fio dourado havia se tornado prateado. Olhou para o espelho e notou que seus cabelos estavam grisalhos e o rosto enrugado. Subitamente sentiu medo porque seu cabelo estava totalmente branco e suas costas doíam.
Com desalento, viu que o fio mágico se tornara cinza e sem brilho. Decidiu, então, dar uma caminhada na floresta. Encontrou a anciã e murmurou: “Eu gostaria de viver minha vida novamente, mas sem a bola mágica. Quero poder experimentar tanto as coisas boas como as ruins, para que a minha vida não seja tão sem significado como um devaneio”. Ele devolveu a bola prateada e, exausto, fechou os olhos.
Quando acordou estava na sua própria cama. Sua mãe o sacudia, dizendo: “Você vai chegar atrasado à aula”. E quando Pedro caminhou até a escola com Liese, reparou que era uma linda manhã e quanto se sentia feliz por estar vivo.
Jesus sabia como seria a vida moderna, por isso disse aos discípulos em Mateus 6:31-33: “Não andeis, pois, ansiosos dizendo: que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? Mas, buscai primeiro o reino de Deus e a Sua justiça e todas as demais coisas vos serão acrescentadas”.

Afonso Ligório Cardoso
Diretor Acadêmico do UNASP Campus EC

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Meditações Diárias

RECEITA DE SEMESTRE NOVO

“Dirige os meus passos nos teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem.”Sal. 17:5

Em um poema, apresenta-se uma lista de sugestões para fazer do Semestre um período diferente daqueles já vividos. É recomendado:
“... Para ganhar um Semestre Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo. Eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Semestre cochila e espera desde sempre.”
Hoje não é 1º de janeiro, mas é o início de uma nova fase. Começamos mais um semestre letivo. Para alguns, o último; para outros, o primeiro de muitos. O que você fará daqui para frente? Quais serão suas escolhas? Seus valores? Suas prioridades? A Bíblia apresenta algumas dicas valiosas:
1ª dica: “Orai sem cessar.” - I Tess. 5:17. Bill Hybels, em seu livro intitulado “Ocupado demais para deixar de orar”, afirma: “é difícil para Deus liberar seu poder..., se você enfia as mãos no bolso e diz: ‘Posso resolver tudo sozinho’. “Pessoas que não oram”, diz ele, “separam-se do poder prevalecente de Deus e o resultado mais comum é a sensação tão conhecida de se encontrar arrasado, indefeso, abatido, maltratado, derrotado.”
2ª dica: “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças...” - Ecl. 9:10. Embora a oração seja uma grande arma, você não pode esperar a vitória de braços cruzados. Deus não fará aquilo que você pode realizar, mas Ele garante assistência naqueles assuntos que na sua incapacidade humana você não puder resolver.
3ª dica: “... porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia.” – II Tim. 1:12. Depois de orar e fazer sua parte, é hora de confiar inteiramente em Deus. Às vezes, as situações parecem tomar um rumo diferente daquele que entendemos ser o melhor caminho. Mas, “não precisamos esperar por qualquer evidência exterior da bênção... Podemos empenhar-nos em nosso trabalho certos de que o que Deus prometeu Ele pode realizar e certos de que o dom, que nós já possuímos, se efetivará quando dele mais necessitarmos.” - Educação, p. 258.
Tenho certeza de que, atentando para esses conselhos cuidadosamente inspirados por Aquele que é Senhor de toda a criação e conhecedor de nossas reais necessidades, seremos grandemente abençoados nesta nova etapa acadêmica. O sucesso, portanto, dependerá de nossa disponibilidade em seguir a receita bíblica. Seja esta a nossa oração: “Dirige os meus passos nos teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem.” - Sal. 17:5.

Kellen Ramos
Secretária do UNASP Campus EC

O SEMESTRE ESTÁ COMEÇANDO

Queridos professores e alunos,

depois de um período de férias que foi estendido pelas circunstancias, estamos pronto para mais um semestre de atividades.
Quero desejar a todos muito sucesso nesta etapa acadêmica e recomendar muito esforço para que as vitórias sejam conquistadas.
Um abraço fraterno a todos.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

CONVITE

Neste sábado, dia 15/08, vou apresentar o sermão nos dois cultos.
Você é meu convidado.

domingo, 9 de agosto de 2009

DIA DOS PAIS!


"Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão. Como flechas na mão do guerreiro, assim os filhos da mocidade." Salmo 127:3 e 4
Desejamos muita felicidade a todos pais.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!!

Um grande abraço aos professores, Holbert Schmidt e Oscar Ivan Palma Pacheco, que ontem completaram mais um ano de vida.

Parabéns!!!

sábado, 8 de agosto de 2009

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

BRUNO BUENO

Recebi algumas fotos do Bruno. Estão muito boas. Vou postar algumas para vocês desfrutarem.
Feliz sábado!

Enquanto não começa

Enquanto as aulas não começam desfrute algumas fotos que nos revelam as digitais de um Deus criador. Se você clicar na foto poderá vê-la ampliada.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Digitais do Criador


RECOMEÇANDO

Depois de um período de descanso estamos de volta.
Desejo a todos alunos e professores um semestre de muito sucesso.
A partir de hoje iniciamos nossas postagens diárias.
Como voces já perceberam mudamos o visual do blog. Envie seu voto na enquete ao lado.
Um forte abraço a todos.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O radiador do tucano



Se você tem um mínimo conhecimento de automóveis, deve saber o que é um radiador. E deve saber também que ele é essencial para o bom funcionamento do motor. O radiador faz parte do sistema de refrigeração e, sem ele, o motor ferveria e fundiria antes de o carro ter percorrido poucos quilômetros. Mas você sabia que o tucano também tem um “radiador”?Durante muito tempo, os cientistas ficaram intrigados com o tamanho do bico do tucano, até que descobriram exatamente para que ele serve. Com câmeras infravermelhas, os pesquisadores observaram o animal dissipando calor pelo bico, para ajudar a regular a temperatura do corpo. Charles Darwin pensava que o bico do tucano era usado para atrair o sexo oposto. Estava errado. Ideias mais recentes sugeriam que a ave usava o bico apenas para descascar frutas e/ou para depredar ninhos e dar alertas visuais. Também não estavam de todo certas.Se o ambiente esquenta, o bico dos tucanos se aquece em questão de minutos, dissipando o calor do corpo da ave e permitindo que ela permaneça resfriada. O oposto também foi observado, pois quando as temperaturas são mais brandas, pouco calor irradia através do bico, permitindo que a ave conserve o calor.Segundo artigo publicado na Science, o bico do tucano tem uma rede de vasos sanguíneos que podem aumentar ou restringir o fluxo de sangue. Ao alterar esse fluxo na superfície do bico, os tucanos podem conservar ou liberar o calor corporal para se resfriarem. O estudo mostrou que o tucano é extremamente mais eficiente que os radiadores inventados pelo ser humano: o bico pode eliminar 100% do calor corporal ou apenas 5%, caso o fluxo sanguíneo seja interrompido. E isso é vital, pois, como as aves não suam, necessitam utilizar o bico para regular a temperatura corporal.Quem projetou essa “peça” vital no corpo dos tucanos? “Faça perguntas às aves (...) e [elas] o ensinarão” (Jó 12:7, NTLH). Michelson Borges

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Meditações Diárias

22 de junho
Segunda-feira

UM DIA PARA NÃO ESQUECER

“Obedeçam às leis a respeito do sábado; não cuidem dos seus próprios negócios no dia que, para Mim, é sagrado. Considerem o sábado como um dia de festa, o dia santo do Senhor, que deve ser respeitado. Guardem o sábado, descansando em vez de trabalhar; não cuidem dos seus negócios, nem fiquem conversando à toa. Se Me obedecerem, Eu serei uma fonte de alegria para vocês e farei com que vençam todas as dificuldades; e vocês serão felizes na terra que Eu dei ao seu antepassado Jacó. Eu, o Senhor, falei.” - Isaías 58:13 e 14, NTLH.

Na conclusão de um prédio ou uma casa, após vários processos e grandes esforços, chegou-se ao término da obra. Do imaginário tornou-se real, do planejamento para o concreto. Nada melhor do que comemorar essa vitória com uma grande festa de inauguração.
Deus, em seu grande amor, ao fazer o mundo em cada um dos seis dias da semana, criou algo para alegrar a vida do ser humano, planejado detalhada e minuciosamente. No sexto dia, depois de tudo concluído, criou o homem. Só depois disso, criou o Sábado e descansou.
Por que Deus criou o sábado, após a criação de Adão e Eva? Lembre-se de que nenhum dos dois estava cansado, pois eram recém-criados. Na verdade, essa era a celebração de um grande feito, uma comemoração inesquecível. O criador deixou um presente especial para Seus filhos a cada semana. Desembrulhe-o!
Assim, o sábado é uma lembrança da criação. É para lembrar que um dia, muito tempo atrás, alguém pensou no mundo e, depois de muitos planos e trabalho, a obra foi concluída. Sobre os seis dias passados, Adão e Eva tiveram que ser informados por Deus. O dia de sábado, no entanto, foi diferente. Eles estavam presentes e viram com os próprios olhos. Eles nunca poderiam esquecer. Esse dia os ajudaria a lembrar que o Criador de todas as coisas deve ser adorado, por isso, a Bíblia diz: “Guarde o sábado, que é um dia santo” (Êxodo 20:8, NTLH).
Bom seria, se tudo tivesse ficado assim... Mas quando o pecado atingiu este mundo, Satanás atacou diretamente o sábado. Ele usou agentes humanos para mudar o dia de guarda do sábado para o domingo. Com o passar dos anos, a maioria das pessoas se esqueceu do verdadeiro dia de descanso. Mesmo aqueles que, ainda, lembram-se do dia de guarda são levados a se esquecer dele por algumas horas. Alguns, pior ainda, se esqueceram de Deus e passaram a viver como se Ele nem existisse. Essas pessoas também se esqueceram que a guarda do sábado traz conforto ao adorador. É um dia reservado, especialmente, para trazer auxílio a Suas criaturas, para renovar a vida, a saúde e a paz. Nenhuma idéia de trabalho ou negócio sem concluir ou obrigação assumida de última hora deve interferir nesses momentos. Roupas limpas, casa arrumada, mesa festiva com alimentos, especialmente, preparados, leitura da Bíblia, louvor e oração compõem nossas boas-vindas ao Criador. Um verdadeiro presente!
E sabe o que é melhor nesse presente? É que depois de seis dias sempre vem um novo sábado e isso soa como se Deus dissesse: “Filho, não importa o que você tenha feito ou por onde tenha andado. Se, neste sábado, você se encontrar comigo, então, Eu o perdoarei, o salvarei e o abençoarei.” Foi Ele mesmo quem concedeu instrução e o real significado sobre o sábado e as felizes conseqüências presentes em Isaías 58:13 e 14.
Depois de um dia de sábado assim, você terá uma vida diferente!E, então, este dia se tornará, a cada semana, inesquecível. Não perca tempo: abra logo esse presente!

Areli Barbosa
Líder de Jovens da União Sul Brasileira

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Meditações Diárias


19 de junho
Sexta-feira

QUASE

“Por pouco me persuades a me fazer cristão.” – Atos 26:28.

Na história das Copas do Mundo, só houve uma que foi decidida nos pênaltis. Na final da Copa de 94, nos EUA, 120 minutos de bola rolando não puderam definir o campeão entre Brasil e Itália. Ambos, além deste título, disputavam ainda o privilégio de serem os únicos tetracampeões do mundo. Como todos nós sabemos, o Brasil foi melhor na cobrança dos Pênaltis e se sagrou campeão. O momento decisivo foi protagonizado pelo brasileiro TAFFAREL e por Roberto BAGGIO, craque absoluto da seleção italiana, que na sua vez de cobrar, chutou para fora. A Itália “quase” chegou lá...
Imagine que você tem um encontro muito importante e terá de pegar um trem. Você chega à estação quase na hora: só um minuto de atraso, mas perde o trem. Em uma das provas finais da escola, você tira uma nota boa, quase o suficiente para ser aprovado, mas faltam alguns décimos... e é reprovado. “Por pouco!”, quantas vezes escutamos estas palavras! Dia após dia aparecem novos exemplos de pessoas que “quase” conseguem aquilo a que se propuseram, mas fracassam. Quase. Palavra maldita. Pode-se chegar a ser “quase” tudo, sem ser “quase” nada.
Se estar “a ponto de” e não conseguir pode ser algo grave em nossa vida, muito mais na vida espiritual! Deus não conhece salvos pela metade. Tampouco conhece gente “quase” crente. Na Bíblia não se admite os “quase” convertidos. Deus é muito taxativo: ou é, ou não é. Estar quase salvo não significa nada: estar na porta não significa estar dentro. Ou você entra, ou você fica fora.
É muito perigoso viver na fronteira do “quase”. Escutar a mensagem de Deus e pensar: “é bonito”; conhecer o caminho da salvação e exclamar: “é agradável”; ir a uma igreja na qual se prega que Jesus é o Senhor e dizer: “esta é a verdade”, e entretanto, estar perdido! Sim, o “quase” é perigoso porque nos dá a falsa impressão de que já estamos lá. Pode-se inclusive ser filho de um crente e escutar a Palavra de Deus em casa cada dia: quase tomar uma decisão... mas nada mais. Pode-se estar quase comprometido com o Evangelho! Pode-se estar às portas do céu e ter ao alcance da mão a misericórdia de Deus... e estar completamente perdido.
Milhares de exemplos na história nos falam de homens e mulheres que quase conheceram ao Senhor. Pessoas que, por pouco, seriam salvas. Deixaram passar sua oportunidade. Esperaram o dia seguinte, o momento seguinte, a próxima decisão, e morreram completamente perdidos! Todo o que espera ser salvo na décima primeira hora... morre às 10h50. Não fique no “quase”. Comprometa-se com Deus hoje mesmo, AGORA MESMO. O inferno está cheio de pessoas quase salvas.

Jaime Fernández Garrido

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Meditações Diárias



18 de junho
Quinta-feira

O SOFRIMENTO E O MAL

“Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo tenham bom ânimo! Eu venci o mundo.” - João 16:33.

Mais cedo ou mais tarde, todos os cristãos enfrentarão esta questão: porque Deus permite o mal e o sofrimento? Porque coisas terríveis acontecem a pessoas boas? As concepções mais comuns entre aqueles que não temem a Deus, estão a de que “Se Deus é bom, Ele não deve ser Todo-Poderoso, porque se fosse não permitiria o mal.”
Deus vê tudo o que acontece. Ele se importa. Porque não intervir logo? No livro de Jó, um dos mais antigos da Bíblia, essas questões são discutidas. Por razões desconhecidas uma série de acontecimentos terríveis se abateu sobre ele, levando-o a perguntar: “Deus, porque eu?”
O fato de Deus não ter respondido às perguntas de Jó continua sendo um mistério. Mas as seguintes perspectivas podem ajudar, ao você enfrentar o sofrimento e o mal:
· Deus nunca condenou Jó pelo fato de ele ter feito muitas perguntas. Apenas o lembrou com quem estava falando. Somos livres para perguntar, mas Deus não Se sente na obrigação de explicar-nos. Algumas vezes Ele o faz; outras vezes não.
· Quando se sentir tentado a culpar a Deus pelos seus sofrimentos, imagine o seguinte: você dá uma peça valiosa a uma criança. Ela olha para a peça e a derruba no chão. E quando está lá olhando para os cacos, ela aponta para você e diz: olha só o que você fez! Veja o que me deu! Claro, a criança está errada. Você deu para ela algo maravilhoso, um tesouro, mas ela derrubou, o arruinou. Deus nos deu um mundo perfeito, mas nós o transformamos nesse caos.
· Lembre-se de que ser um cristão não o isenta da dor e sofrimento. Jesus nos advertiu de que passaríamos por dificuldades e sofrimentos. No entanto, podemos ser confortados. Deus não é um “desmancha-prazeres cósmico” que se diverte aos ver-nos tristes e aborrecidos. É fácil servir a Deus quando o sol brilha em nossa vida, mas o que revela nosso compromisso é a maneira como reagimos quando as tempestades se abatem sobre nós.
· Ao contrário do que muitos cristãos crêem, Deus não promete a felicidade em tudo e em todos os momentos. Raramente coisas boas ocorrem sem que tenham um grande custo, e seguir a Jesus não é uma exceção.
· Quando você ou alguém a quem você ama estiver sofrendo, lembre-se disto: ninguém sofre mais do que Deus. Ele é um bom Pai e sente profunda dor ao ver Seus filhos sofrerem.

Umberto Moura
Diretor de Desenvolvimento Espiritual do UNASP-EC

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Meditações Diárias


17 de junho
Quarta-feira

O CRIADOR OU A CRIAÇÃO?

“Procurai o que faz o Sete-estrelo e o Órion, e torna a densa treva em manhã, e muda o dia em noite; o que chama as águas do mar e as derrama sobre a terra; o Senhor é o Seu nome.” – Amós 5:8.

Olhe para o relógio que você tem aí no braço. O que você acharia se eu lhe dissesse que esse relógio apareceu ao longo do tempo, sozinho, e que não houve necessidade de um relojoeiro? Bom, talvez você já tenha ouvido mencionar muitas vezes esta ilustração, mas a trago novamente porque não existe nada mais simples e mais profundo para ilustrar a falta de senso ao pensar que o Universo todo possa ter aparecido sozinho, no decorrer dos séculos.
“Procurai o que faz o Sete-estrelo e o Órion, e torna a sombra da noite em manhã, e transforma o dia em noite; o que chama as águas do mar e as derrama sobre a terra; o Senhor é o seu nome”, diz Amós no verso de hoje.
O relato da criação que apresenta um Deus maravilhoso compartilhando Sua existência com a criatura, dá propósito, significado e valor à nossa existência. Gosto da idéia de que minha existência não é fruto da casualidade, mas que sou o fruto de um propósito especial.
Minha criação à imagem e semelhança de Deus me reveste de dignidade e responsabilidade e quando olho para o céu estrelado e contemplo a grandiosidade do Criador, tenho certeza de que devo ser algo especial, para Ele ter-Se dado ao trabalho de modelar com Suas próprias mãos a figura do homem.
Quando era garoto, lia sempre uma poesia em que um macaco ficava intrigado com a discussão dos seres humanos sobre sua origem. Uns diziam que o homem vinha do macaco, outros que vinha de outras formas inferiores de vida, e outros que vinha das mãos de Deus. E o macaco da poesia, pensava: “Por que tanta discussão? O que realmente importa é que o macaco não vem do homem”.
Pode parecer muito simplista a mensagem do criacionismo. Muitos podem pensar que acreditar que Deus criou tudo é tentar “tapar o sol com a peneira”, mas o verso de hoje pinta o quadro mais belo da esfera celeste e a pergunta é: Não é preciso ser mais simplista para acreditar que tudo isso é fruto do acaso?
Os homens correm atrás da criação, tentando entender cada detalhe dela. Não seria melhor correr atrás do Criador? O Senhor é o Seu nome! O capítulo da criação, Gênesis 1, na realidade não é o relato da criação, mas o capítulo do Criador. A versão inglesa, a Palavra Deus aparece 32 vezes nos 31 versos que o capítulo tem. Isto é uma advertência à perversa curiosidade humana, que mostra maior interesse pelo conhecimento da Natureza do que pelo conhecimento do Criador da Natureza.
Por que na fazer desse Criador maravilhoso, nosso companheiro de cada dia, de cada instante de nossa vida? Por que não permitir que Ele participe dos detalhes de nossa existência de nossa existência e por que não descansar confiados em Seus braços de amor?

Alejandro Bullón

terça-feira, 16 de junho de 2009

Meditações Diárias


16 de junho
Terça-feira

ORAÇÃO: A RESPIRAÇÃO DA ALMA

“Por isso lhes digo: Peçam, e lhes será dado; busquem e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta.” – Lucas 11:9 e 10.

Convivendo com Jesus, os discípulos reconheciam que a paz que Ele irradiava era resultado de Seus períodos de comunhão com Deus. Agora ao escutá-Lo orando suplicaram: ”Senhor, ensina-nos a orar.” - Lucas 11:1.
Após um breve período de ausência, os discípulos voltaram para perto de Jesus e O encontraram em oração. Havia um brilho em Sua face e o coração dos discípulos ficou profundamente comovido ao perceberem que havia poder em Suas palavras. Poder de alguém que fala com Deus.
O que é oração? Alguém a definiu como a “respiração da alma”. Que comparação sugestiva! O que é a respiração? Poderíamos descrever como o ato de absorver oxigênio e eliminar dióxido de carbono. Contudo, esta aparente simplicidade de um ato que transcorre sem esforço consciente, de forma contínua e automática, é a garantia da sobrevivência. Todos os seres vivos precisam de oxigênio para o desempenho de suas várias funções. Com exceção de poucos, todos os seres vivos têm que respirar para conservar a vida.
Poderíamos dizer que através da oração aspiramos a vontade de Deus, Seu poder restaurador. Sua paz e virtudes eliminam as impurezas de nossas idéias pecaminosas, nossos maus pensamentos, nossas ansiedades e angústias.
Um adulto em repouso respira em média 15 vezes por minuto e ventila aproximadamente seis litros de ar durante esse período. Se a respiração pára, uma pessoa perderá a consciência em quatro ou cinco minutos. Podem ocorrer danos encefálicos depois de sete ou oito minutos e depois de dez minutos a pessoa morrerá.
Se a Bíblia nos adverte “Orai sem cessar...” (I Tes. 5:23) certamente nossa sobrevivência espiritual também está condicionada a este ato contínuo de comunhão. É um privilegio ter a certeza de que a cada instante que precisemos de ar, nosso Pai deseja atender cada necessidade expressa em uma súplica de um coração sincero.
Não há mistério, não é difícil, basta “abrir o coração a Deus como a um amigo”. É tão simples como respirar.

Thalita Regina Garcia da Silva
Pró-Reitora Acadêmica do UNASP

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Meditações Diárias

15 de junho
Segunda-feira
LEI DO AMOR
“Porque Eu, o Senhor, não mudo.” - Mal. 3:6.

Escreva os Mandamentos de Deus em seu coração

A Torre de Pisa, na Itália, é famosa por sua inclinação, devido a um afundamento do terreno em que foi construída. Do alto de seus 56 m, a torre “torta” chega a uma inclinação de cinco graus, que cresce cerca de 20 mm por ano.
Seria possível morar na Torre de Pisa? Como você vai montar um quarto, uma sala? Não dá. O problema está na base. Se você aluga ou compra uma casa, pode reformá-la de acordo com o seu gosto: trocar o piso, mudar a cor e, até mesmo, a ordem dos cômodos. Mas, não é possível modificar os fundamentos da casa, a menos que você a derrube.
Infelizmente, existe muita gente como a Torre de Pisa – gente torta, que não está em cima de uma base sólida. Um pensamento comum para essas pessoas é de que nada é imutável e que, não existe verdade absoluta. Não podemos, porém, esquecer que os fundamentos são feitos para dar sustentação à obra e mantê-la em pé.
Esse é o princípio da Lei de Deus, também, conhecida como os Dez Mandamentos. Ela reflete parte do caráter de Deus; é o retrato de Sua maneira de pensar. Como um molde que fixa um padrão, a Lei precisa sempre ser colocada diante das pessoas como algo que não muda e uma base sobre a qual a vida deve ser construída.
Num mundo desalinhado pelo pecado, a ação de Satanás sempre trouxe transformações aos conceitos e princípios deixados por Deus. Mesmo depois do pecado, esses princípios eternos visam a trazer equilíbrio, ordem e propósito a pessoas, instituições e governos. Quando um deles, até mesmo o menor, é alterado, acontece um desequilíbrio da ordem natural das coisas, desencadeando um processo destrutivo.
Um exemplo é a infidelidade aos votos matrimoniais. Quando uma pessoa escolhe desobedecer aos princípios do casamento, as conseqüências desse ato podem levar à desintegração do casamento, à infelicidade e à má formação dos filhos em razão do mau exemplo. Tudo isso ocorre porque um fundamento foi quebrado.
A Bíblia diz que o homem que edifica sobre a rocha é bem-sucedido. Todo aquele que coloca na vida os Mandamentos de Deus como princípio imutável, é como o homem que edificou sobre a rocha. Assim como uma construção precisa ter fundamento sólido, o cristão precisa conhecer os princípios que não podem ser alterados. Sempre que alguém faz isso, estabelece um compromisso com a verdade, e isso o ajuda a crer cada vez mais.
Há uma grande necessidade de fundamentos sólidos no mundo de hoje. Ellen White disse: “A maior necessidade do mundo é a de homens [...] que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Ellen G. White, Educação, p. 56, 57). Renove a sua aliança com Deus e decida, mais uma vez, ser fiel a Seus Mandamentos!

Areli Barbosa
Líder de Jovens da União Sul Brasileira

domingo, 14 de junho de 2009

FOTO VENCEDORA

Com 80% dos votos esta é a foto vencedora da semana.
Envie sua foto(paisagens,animais, flores, insetos), para: narcizoraul@gmail.com e participe do concurso.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Endurance - a heróica jornada de Sir Ernest Shackleton
Acabo de ler o extraordinário The Endurance: Shackleton's Legendary Antarctic Expedition (Knopf, 1998) e fiquei absolutamente fascinado pela saga desse irlandês que viveu, no século passado, uma das mais espetaculares aventuras na história da exploração polar.
O ano era 1914 e os ingleses recentemente haviam perdido uma corrida contra os noruegueses para ver quem chegava primeiro ao ponto mais extremo do Pólo Sul, fincando pé na maior latitude desse hemisfério. Restava, porém, o desafio de conseguir atravessar de um extremo a outro o continente Antárctico. A pé, lógico*.
Longe de ser um calouro na região, Sir Ernest Shackleton já havia chefiado duas missões ao Pólo Sul, onde reuniu experiência e reputação necessárias para sua terceira e derradeira epopéia.
Nessa nova empreitada, Shackleton reuniu uma equipe de 27 homens com as mais diversas habilidades, formações, caráteres, temperamentos, ambições. Uma equipe que partira com um objetivo de fazer história com seu pioneirismo, mas que ficou conhecida para sempre por sua bravura, coragem, tenacidade, companheirismo e uma incrível vontade de sobreviver.
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Fui apresentado a esse livro pelo Guti que, por começar a velejar antes de aprender a andar, nutre uma natural admiração pelo feito narrado no livro. Jamais conseguirei reproduzir aqui o entusiasmo com que ele me narrou a história que prontamente me atraiu, mas um pequeno resumo dessa incrível jornada dá a dimensão do que Shackleton e seus homens alcançaram:
O Endurance, um navio de madeira (sim, madeira!) construído dois anos antes, partiu da Inglaterra em 8 de agosto de 1914, menos de uma semana depois do início da I Guerra Mundial. Após paradas na Argentina e uma passagem pela ilha de South Georgia, rumou para a Antárctica em 5 de dezembro.
Já no Mar de Weddel, Shackleton e sua tripulação enfrentaram um clima extremamente hostil na Baía de Vahsel, onde em 19/01/1915 uma grossa camada de gelo formou-se em torno do navio, aprisionando-o para sempre.
Com o inverno polar à frente, a expedição preparou-se para longos meses de espera até o verão quando, presumidamente, retomariam a viagem. Mas o intenso frio da região e ventos de mais de 150 km/h mudariam dramaticamente o curso da aventura.
Enclausurados dentro do navio, a tripulação matava o tempo como podia: lendo, cantando, jogando baralho ou xadrez, exercitando-se nas planícies congeladas, brincando com os cães e até jogando futebol no gelo. Para piorar as coisas, o inverno glacial do pólo deixou o Endurance quase quatro meses na mais completa escuridão.
A inapelável pressão exercida pelo gelo nas estruturas do navio chacoalhava-o aterrorizando seus tripulantes, enquanto apavorantes estalos eram ouvidos por todos. No final de outubro, o gelo começou a esmagar o casco do Endurance, esmigalhando-o como uma casca de ovo e levando-o a pique em 21/11/1915. Contando apenas com os três botes salva-vidas levados a bordo, Shackleton e seus homens montaram acampamento (ironicamente batizado de Patience Camp) nos gigantescos blocos de gelo enquanto preparavam um desesperado plano de regresso.
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Imensos esquis foram adaptados sob os botes para que eles pudessem ser arrastados até o local mais próximo onde encontrariam terra firme, a 400 quilômetros dali. Após frustradas tentativas de prosseguir viagem, pois não conseguiam avançar mais do que dois quilômetros por dia, resolveram esperar que a correnteza levasse-os sobre os enormes blocos de gelo até a Ilha Paulet, no extremo da Península Antárctica.
Em 17/03/1916, quase dezesseis meses após a partida, a expedição encontrava-se a menos de 100 quilômetros do objetivo. Em 9 de abril, porém, o bloco de gelo onde se encontravam partiu-se, obrigando-os a cobrir o resto do percurso dentro dos botes salva-vidas.
Durante cinco dias os 28 homens enfrentaram o frio cortante da região, chuva e neve intensas além de um mar implacavelmente revolto. Nos dois dias finais, não havia mais água potável a bordo e a limitada ração desprovida de carboidratos transformava a obrigação de remar numa tarefa sobre-humana para os exaustos marujos há 70 horas sem dormir.
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Já acampados na Elephant Island - terra firme após quase quinhentos dias no mar - os bravos tripulantes do Endurance precisavam de um novo plano de sobrevivência. Sir Shackleton optou, então, por uma missão desesperada e quase suicida: cruzar o extremo Oceano Atlântico de volta à South Georgia, de onde partiram.
Adaptações e reforços foram feitos ao James Caird, um dos botes salva-vidas, para que Shackleton e mais cinco tripulantes tentassem atingir o novo destino em busca de resgate. Partindo em 24/04/1916, os seis desbravadores enfrentaram por quinze dias o mais traiçoeiro oceano jamais navegado, no mesmo local e data que um cargueiro de 500 toneladas naufragou.
Como se não bastassem as dificuldades naturais da travessia, as bússolas não funcionavam de forma confiável nessa região, dada sua proximidade com um dos pólos magnéticos da Terra. Sendo assim, toda a navegação era à base do primitivo sextante, cartas náuticas e os infalíveis instinto e perícia do neozelandês Frank Worsley.
Suas medições baseadas nas posições do sol, lua e estrelas eram prejudicadas por densos nevoeiros e o incessante revezamento entre chuva e neve.
Junto com as demais informações como direção do vento e das correntezas, Worlsey conseguiu guiar o James Caird precisamente até uma praia deserta da South Georgia onde, extenuados, os seis desembarcaram. Era o dia 8 de maio de 1916.
O desembarque do James Caird deu-se, no entanto, no lado da ilha oposto do local onde ficava a estação baleeira de Stromness. Restava ao grupo atravessar, ainda, gigantescas montanhas cobertas de neve. Com Tom Crean e seu GPS humano Worsley, Shackleton caminhou por 36 horas quase ininterruptas até (finalmente!) chegar novamente à civilização.
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O momento do reencontro do trio com os incrédulos habitantes da estação norueguesa de Stormness compõe uma das mais emocionantes passagens do livro e marca, também, o início da mais dramática para Sir Shackleton.
Após o resgate dos três integrantes que haviam ficado na outra parte da ilha, Shackleton desesperou-se em frustradas tentativas de organizar uma viagem de volta à Elephant Island para reencontrar os outros 22 companheiros que deixou para trás. Sem o apoio do governo inglês, por demais envolvido nos esforços de guerra, ele apelou aos países sulamericanos suplicando-lhes ajuda para buscar o restante de sua tripulação.
Nos quatro meses de agonizantes apelos à Inglaterra, Argentina, Chile e Uruguai para organizar a viagem de resgate Shackleton teria, segundo palavras de Worlsey, envelhecido mais do que durante todo o restante da viagem ficando com o rosto todo vincado e completamente grisalho.
Quando finalmente uma expedição teve sucesso, patrocinada pelo governo chileno, o Yelcho apontou no horizonte da Elephant Island em 30 de agosto de 1916, vinte e quatro meses e vinte e dois dias após o início da viagem. Guardadas as devidas proporções, todos os vinte e oito heróis da legendária expedição foram resgatados com saúde. Nenhuma vida foi perdida sob o comando de Sir Ernest Henry Shackleton.
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Alguns filmes já foram produzidos sobre essa viagem, dentre eles uma mini-série para TV estrelada por ninguém menos que Kenneth Branagh. Encontrei, ainda, um outro longa-metragem filmado em 2001 no espetacular formato IMAX, chamado Shackleton's Antarctic Adventure ("A story of ordinary men, under extraordinary circumstances"), cujo empolgante trailer pode ser visto aqui (recomendadíssimo!)‡.
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Essa edição do livro que comprei é ilustrada pelas belíssimas fotos tiradas pelo fotógrafo oficial da expedição Frank Hurley que, equipado com máquinas semelhantes aos lambe-lambe atuais, produziu um riquíssimo registro da aventura, alguns dos quais reproduzi aqui. Aliás, confesso que me arrependi um pouco de ter comprado a versão original pois, mesmo conseguindo ler com facilidade em inglês, os muitos termos técnicos e específicos de navegação me atrapalharam bastante (a versão em português, da Companhia das Letras, chama-se "Endurance: a lendária expedição de Shackleton à Antártida").
Diversos outros foram escritos sobre essa viagem, inclusive por Shackleton e seus tripulantes. Algumas de suas lições de liderança foram reunidas em Leading at the edge - leadership lessons from the extraordinary saga of Shackleton's Antarctic Expedition, de Dennis Perkins, aguardando sua vez na fila da minha cabeceira.
Estou muito curioso para entender como Shackleton conseguiu que seus 27 intrépidos tripulantes do Endurance permanecessem unidos durante os dois longos anos de sua jornada. Como ele teria mantido a moral, a esperança e, especialmente, a saúde física e mental de homens que, por meses a fio, almoçavam foca e jantavam pingüim? De que forma ele foi capaz de evitar o desespero característico da fome, sede, frio e cansaço que os assolava? De que espírito de liderança estava imbuído esse homem em que todos confiavam, respeitavam e obedeciam? Que especial capacidade torna uma pessoa capaz de tal proeza?
__________
* Para se ter uma idéia do ambicioso projeto de Shackleton, a travessia do continente Antárctico só se concretizou quase quarenta anos depois, liderada pelo explorador britânico Duncan Carse.
‡ Encontrei os links no YouTube para esse filme. Está em high definition, mas claro que não chega aos pés do formato IMAX. São onze partes e o primeiro está aqui. Depois vem 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11. Deu um trabalho do cão encontrar todas as partes e fazer os links! Mas o que eu não faço por vocês, queridos leitores. Então dê-se ao trabalho de assistir ao menos um!
Texto de Rodolfo Araújo

Novo Visual

Bom dia,
como está seu recesso escolar?
Espero que nestes de descanso você esteja recarregando as baterias para as ultimas atividades academicas deste semestre.
Mudamos as cores do nosso blog. Parece que a leitura ficou mais fácil.
Faça seu comentário, de sua opinião.
Abraço a todos.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Meditações Diárias


10de junho
Quarta-feira
QUE BELEZA!
“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.” – I Coríntios 10:31.

Os verdadeiros motivos para você cuidar bem de seu corpo
O ditado diz: “Beleza e gosto não se discutem.” Mas parece que, nos últimos tempos, os padrões de beleza e estilo não só foram discutidos como também, rigidamente, demarcados. Funciona mais ou menos assim: alguém define um padrão de beleza, a mídia divulga e intensifica a idéia de que esse padrão seria o melhor. Por fim, a repetição constante formaliza o estereótipo. Não há dúvida de que essa pressão gigantesca influencia milhares de pessoas.
Bem, querer ter um corpo e um rosto bonito não é nenhum pecado. O problema é que muitos anseiam a beleza por finalidades erradas. A simples busca por uma estética perfeita pode levar as pessoas a uma satisfação egoísta. Afinal, por que busco a beleza, um corpo saudável, “sarado”? Os apelos ao nosso redor podem nos transformar em viciados, a ponto de não perceber o que está por trás dessa busca.
Em Êxodo 20:3, Deus diz: “Não terás outros deuses diante de mim.” Isso não quer dizer que as pessoas devam descuidar da boa forma física. É claro que devemos cuidar do nosso corpo, inclusive, porque isso revela que temos amor-próprio. Por outro lado, há pessoas muito bonitas, mas com um eu tão obeso, que se tornam insuportáveis.
É fácil se confundir na busca por esse padrão. O incentivo a um estilo de vida é quase igual, o que diferencia é “para quê?”. Ellen White fala dos oito remédios naturais: ar puro, água pura, luz solar, exercício físico, repouso, abstinência de vícios, regime alimentar conveniente e confiança no poder divino. Talvez com exceção do último, esses pontos são freqüentemente incentivados por médicos e nutricionistas. O procedimento é parecido, mas o objetivo final pode ser totalmente diferente.
Enquanto alguns buscam beleza e simetria para atrair os holofotes e as atenções, outros buscam um corpo “são” para poder ouvir cada vez melhor a voz e a vontade de Deus. Não cuidam apenas do corpo, mas, também, das entradas da alma. Ellen White diz que “o corpo é o único agente pelo qual a mente e a alma se desenvolvem para a edificação do caráter” (Ciência do Bom Viver, p. 130). A formação do caráter depende de um corpo saudável por isso é importante ter uma vida com propósito.
Para obter resultados, viva de acordo com os princípios de Deus na temperança. Busque um corpo saudável, mas busque muito mais uma mente saudável, para ouvir a vontade de Deus para a sua vida.

Areli Barbosa
Líder de Jovens da União Sul Brasileira

terça-feira, 9 de junho de 2009

Meditações Diárias


09 de junho
Terça-feira
REGRAS PARA O SUCESSO
“A integridade dos retos os guia; mas, aos perversos a sua mesma falsidade os destrói.” - Pv 11:3.

Certo aluno do ensino médio estava voltando para casa, após uma manhã cansativa de aulas, quando passou na banca de um cego que vendia doces. Apesar de sua deficiência visual, aquele senhor era bem conhecido no bairro e era respeitado pelas pessoas. O menino passou por ele e disse: “Estou pegando uma barra de chocolate”, ele pagou o cego, mas em vez de pegar uma barra, pegou duas e saiu correndo até chegar em casa.
Almoçou e foi para o quarto comer seus chocolates, no entanto, por alguma razão não consegue dar aquela mordida gostosa na barra. Sua consciência o acusava constantemente de sua desonestidade e seu roubo. Tentou esquecer, mas piorava cada vez mais. À noite, enquanto assistia ao jornal com seu pai, noticias de ladrões presos e furtos descobertos pela polícia o confrontavam diretamente, fazendo-o lembrar dos chocolates roubados. No dia seguinte, quando voltava da escola, não conseguiu segurar por mais tempo. Foi até a banca e confessou àquele senhor o que tinha feito. Chorou e pediu perdão. O cego ficou em silêncio por algum tempo, ouvindo atentamente o garoto. Então, disse: “O verdadeiro caráter de um homem é medido pelo tamanho de sua honestidade e integridade”.
Você pode achar que o professor não viu sua “cola” na hora da prova. Ele pode até não notar que você não tenha copiado a pesquisa e idéia de seu colega; talvez, ele acredite no seu relatório de leitura falso e você ganhe uma boa nota e um importante diploma. Mas, a tua própria “falsidade o destruirá” no mercado de trabalho, na entrevista de emprego, quando tiver que tomar uma decisão importante, quando você enfrentar problemas no seu casamento ou quando for educar os seus filhos. Pode ser que, agora, pareça ser sinônimo de esperteza, mas a vida mostrará as verdadeiras conseqüências de atitudes como essa. Deus nos diz para sermos sempre íntegros e honestos, pois “quem é fiel no pouco, também, é fiel no muito; e quem é injusto no pouco, também, é injusto no muito”. Sempre vale a pena seguir a Palavra de Deus.

Rogério Sorvillo Vieira
Assessor de Marketing do UNASP/Professor do UNASP-EC

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Meditação Diária


08 de junho
Segunda-feira

AMIZADE

Quando se fala em amizade, a primeira coisa que nos vem à mente é confiança. Aquele tipo de confiança que produz liberdade, liberdade para ser o que você realmente é, sem medo. Ser amigo significa poder pensar alto, sem reservas, afinal, a verdadeira amizade não faz imposições, é espontânea, livre e não põe condições.
Certa vez, Jesus afirmou: “Vocês serão meu amigos se fizerem o que eu lhes ordeno”. Não é interessante que Jesus, o Amigo dos amigos, afirma que não é qualquer pessoa que será Seu amigo? Ele parece impor condições a Sua amizade. Ou você faz o que Ele manda, ou não será Seu amigo. Seria isto amizade? Amigos de verdade têm o direito de fazer este tipo de imposição?
Primeiramente, temos que entender algumas coisas sobre o Amigo que fez essa afirmação. Jesus diz que ninguém tem mais amor do que Ele, pois deu a Sua vida pelos seus amigos. Quando Ele afirma haver dado a vida por nós, temos que entender que Ele nos salvou da morte. Ele possibilitou a vida de todos nós e, por conseguinte, a amizade. Ele é o autor de tudo e, portanto, sabe como as coisas funcionam. Nós existimos por causa dEle. Ele tudo sabe, nós somos confusos. Ele tem todas as certezas, nós nem sequer nos conhecemos direito porque nosso coração é enganoso.
Já percebeu que, a despeito de Jesus nos impor condições à Sua amizade, mesmo assim, todos nós queremos ser Seus amigos? Por quê? Porque é bom ser amigo de Jesus. Nele há conforto, há vida, há salvação e nossa vida se torna realmente muito boa porque os verdadeiros amigos nos trazem paz.
Jesus morreu por todos e deseja que o Seu amor chegue a todos através de nós. Porém, nós, seres humanos, nem sempre pensamos assim. Consciente ou inconscientemente temos a tendência de sermos seletivos em nossas escolhas. Temos a tendência de sermos amigos de quem nos interessa porque temos medo de não sermos amados de volta ou, simplesmente, porque essa é a nossa natureza. Afinal, “os semelhantes se atraem”, certo? Se alguma pessoa é diferente ou pensa de forma diferente da nossa, isso nos incomoda, assim, nós, simplesmente, a descartamos de nosso convívio e, muitas vezes, chegamos a ignorá-la.
Jesus quer ser nosso amigo, claro! Ele morreu justamente para isso. Assim, quando afirma que, para sermos Seus amigos, temos que fazer o que Ele nos manda, e, assim mesmo, resta-nos uma dúvida: o que será que Ele nos manda, precisamente?
Perfeito como era, Jesus amou ilimitadamente todos os seres humanos e conhecedor da nossa limitação e relutância em fazer o mesmo, simplesmente afirma: “Uma coisa vos mando: que vos ameis uns aos outros”.
Amor. Essa é a condição. Vale perceber que essa condição não visa a um benefício ou a um tipo de pagamento em troca do que Jesus fez por nós. Não, o que Ele fez foi grátis. O que Ele espera é não ter morrido em vão pelo simples fato de não vivermos em amor pelos nossos semelhantes. Ele quer maximizar Sua obra. E qual é nossa parte? Uma parte, naturalmente, maravilhosa: amar. A vantagem será dupla: seremos amigos de todos e, por conseguinte, amigos de Jesus.

Valdecir Simões Lima
Professor do UNASP-EC

domingo, 7 de junho de 2009

FOTO VENCEDORA


Com 15 votos contra 14 esta foi a foto vencedora da enquete.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Fotos de Isaias de Oliveira - 1º Adm."B"








Meditações Diárias


05 de maio
Sexta-feira

CAIXAS GRANDES E PEQUENAS

“Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas.” - Tiago 2:1.

Você já viu um jogo de caixas? Você sabe, aquele tipo de caixa que você abre uma e dentro dela há uma caixa um pouco menor, e dentro desta caixa tem outra menor e assim por diante. Alguns jogos de caixa contêm oito e até dez caixas uma dentro da outra, cada uma menor que a anterior.
A vida de algumas pessoas é assim. PO exemplo, todos nós formamos amizades com um grupo de pessoas que conhecemos – colegas de escola, vizinhos, membros da igreja e assim por diante. Para alguns de nós, esta é a “caixa grande” da qual escolhemos nossos amigos mais íntimos.
Mas algumas pessoas limitam suas escolhas. “Eu nunca conseguiria ser amiga dela”, elas dizem. “Ela é estranha.” O potencial desta caixa fica menor.
Alguns limitam suas escolhas ainda mais. “Eu não sento na mesma mesa com ele.” “Ele mora numa favela!” A caixa deles fica menor.
Há um outro grupo que limita seu grupo de amigos ainda mais. “Você pode sair com eles se quiser, mas eu não saio com esta gentinha.”
Outros limitam o seu grupo de amigos de acordo com a cor da pele, nível social e até cor do esmalte. Alguns excluem as pessoas até que sua “caixa” fica pequena demais. Eu não posso ser vista com ela. Ela não é uma das meninas mais “populares”.
Quando pessoas fazem isto, acabam machucando aquelas que elas ignoram e excluem. Mas na verdade, quando elas agem assim, acabam se prejudicando.
Afinal, quem sabe – aquela menina “tímida” pode ser a melhor amiga que alguém poderia ter. Aquele “mauricinho” ou “caipira” pode ser uma pessoa superengraçada, uma vez que você passe a conhecê-lo. A pessoa “pobre” ou “burra” pode ser o amigo fiel que trata você superbem.
Você nunca saberá isso a não ser que mantenha a sua “caixa” de amigos o maior possível. A maneira de fazer isto é tratar a todos com amor – não só os populares, os ricos e os legais – mas todos. Quem sabe eles podem surpreendê-lo com uma excelente amizade.
Diga a Deus: “Senhor, ajuda-me a aumentar minha ‘caixa’ de amizades. Dê-me a coragem de amar aqueles que eu normalmente desprezaria ou excluiria.”

Josh McDowell
Bob Hostetler

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Meditações Diárias


04 de maio
Quinta-feira

TUDO BEM-FEITO

“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.” - Eclesiastes 9:10.

Em recente pesquisa mundial sobre a qualidade de produtos industrializados, o Brasil pela primeira vez apareceu entre os primeiros quinze países do mundo. Esse fato foi muito comemorado por dois importantes motivos. Primeiro: até aqui o Brasil sequer era mencionado nas pesquisas. Segundo: os esforços do governo e das indústrias, no sentido de melhorar nossos métodos de trabalho e buscar o aprimoramento de nossos produtos mediante a conquista dos certificados de qualidade, resultaram na melhor aceitação de nossos produtos; e, conseqüentemente, na abertura de novos mercados para nossas exportações.
Para os que lêem a Bíblia e procuram pautar a conduta por seus princípios, a busca da qualidade não é novidade. Logo no início da Bíblia salta aos nossos olhos o exemplo deixado por Deus ao criar o nosso mundo. Após cada dia da criação, quando mais uma etapa do trabalho divino era concluído, encontramos a repetição da expressão: "E viu Deus que era bom." E, quando toda a criação estava acabada, vendo Deus o ar, as águas, a terra, as árvores e toda a vegetação, os répteis, as aves, os animais e até o próprio ser humano, Ele exclamou: "Eis que tudo é muito bom!"
Deus é perfeito e Suas obras também o são. Como criaturas de Deus cabe-nos imitá-Lo. Assim, o que quer que viermos a fazer deveríamos fazê-lo da melhor maneira possível.
Há uma pequena regra que os incentivadores de qualidade costumam mencionar: "Fazer bem-feito na primeira vez."
Já pensou o que aconteceria nos lares, nas escolas, no comércio, nas indústrias e nos serviços se todas as pessoas adotassem essa regra em tudo que fizessem? Da agulha aos aviões, todos os produtos seriam melhores. As estradas teriam menos buracos, os governos funcionariam melhor e as filas talvez acabassem. Enfim, a qualidade dos produtos e dos serviços seria sempre o que há de melhor e isto seria algo maravilhoso. Como é atual o sábio conselho do rei Salomão!

Meditação Matinal
Casa Publicadora Brasileira, 2003

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Meditações Diárias


03 de junho
Quarta-feira

O “MÃO SANTA”

“ ‘Se quiseres, podes purificar-me.’ Jesus estendeu a mão e tocou nele, dizendo: ‘Quero. Seja purificado.’ E imediatamente a lepra o deixou.” - Lucas 5:12 e 13 (NVI).

Nenhum dos adjetivos usados para descrever Oscar Daniel Bezerra Schmidt é tão adequado quanto este, que praticamente virou sobrenome: "Mão Santa".
Ao longo de 32 anos nas quadras, Oscar conquistou a admiração dos fãs e de astros da NBA, como Magic Johnson e Kobe Bryant. Foi campeão 49 vezes, marcou 7.693 pontos em 326 jogos pela Seleção Brasileira durante 20 anos de participação. Marcou 1093 pontos em 5 Olimpíadas. Ele, o porto-riquenho Teófilo da Cruz e o australiano Andrew Gaze são os únicos jogadores de basquete a terem participado de cinco Olimpíadas, e em três delas foi o cestinha da competição. Oscar marcou 49.737 pontos, em 1.615 jogos. Com esta marca ele detém o recorde mundial de pontos no basquetebol, superando os ícones Michael Jordan e Magic Johnson, e o legendário Kareem Abdul-Jabbar.
Na Seleção Brasileira ele era sempre o primeiro a chegar e o último a ir embora. Oscar praticava mais de 1.000 arremessos por dia, além do treino, em todas as equipes que jogou. Durante grande parte da sua carreira, além dos 1.000 arremessos fora do treino que fazia, só ia embora quando acertava 20 arremessos consecutivos de 3 pontos.
Talvez a sua maior façanha tenha ocorrido em um jogo no qual fez 34 pontos e meteu a bola decisiva com a mão direita fraturada, no jogo entre Caserta e Montecatini pelo Campeonato Italiano, no qual o Caserta, seu time, venceu por 2 pontos de diferença.
Três anos depois, 1987, novamente nos Estados Unidos, Oscar conquistou o seu título mais querido – o Pan-Americano – com uma vitória histórica de 120 x 115 sobre os donos da casa, em Indianápolis. Nunca nenhuma equipe havia vencido os americanos dentro de seu território e nunca ninguém havia feito mais de cem pontos contra uma Seleção Americana.
Maior cestinha da história do basquete profissional, maior cestinha das Olimpíadas, reverenciado por Magic Johnson, Scottie Pippen, Charles Barkley e ídolo de infância de um tal Kobe Bryant . Oscar Schmidt – o mão santa.
Há aproximadamente dois mil anos andou pela Galiléia um jovem pregador muito poderoso. Há registros seguros de que Ele poderia ser chamado de Mão Santa. Pois todos aqueles em quem Ele tocava recebia virtudes: cegos voltavam a ver, aleijados voltavam a andar, doentes eram curados, e até mortos voltavam a vida.
Certa ocasião Ele tocou um leproso com Sua própria mão. Os leprosos não poderiam ser tocados, se não a pessoa que o tocasse ficaria imunda, segundo a lei judaica. Todos temeram que se Ele tocasse o leproso ficaria imundo. Porém aconteceu algo surpreendente – Ele tocou o leproso, e não ficou imundo, mas o leproso ficou limpo.
Jesus Cristo – o “Mão Santa” – tudo que Ele toca fica melhor.

Umberto Moura
Diretor de Desenvolvimento Espiritual do UNASP-EC