
sexta-feira, 13 de março de 2009
Meditações Diárias
13 de março
Sexta-feira
A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA
“Vai bem contigo? Vai bem com teu marido? Vai bem com o teu filho?” – II Reis 4:26.
Nestas três perguntas encontramos os elementos constitutivos da família. O profeta Eliseu revelou em seu ministério um acentuado interesse pelas coisas relacionadas com o lar. Foi ele que alegrou a casa da mulher sunamita, intervindo para que Deus lhe concedesse um filho. Mas quando um dia esse menino foi surpreendido pela morte, em angústia, a sunamita partiu para buscar o profeta. Vendo-a à distância, mandou-lhe o seu servo com as três perguntas do nosso texto. A mãe, o marido e o filho – eis o triângulo da família!
Em suas exortações, o aposto Paulo exorta a estes três componentes do lar sobre os deveres e obrigações que lhes correspondem:
“Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém ao Senhor.” – Colossenses 3:18.
“Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não vos irriteis contra elas.” Verso 19.
“Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais; porque isto é agradável ao Senhor.” Verso 20.
Com frequência, encontramos na igreja pessoas perturbadas pelas incompreensões e conflitos que transformam o lar em um permanente inferno. Quão oportunos são os conselhos do apóstolo aos integrantes deste sagrado triângulo!
Sujeição. A idéia de submissão se afigura como impopular e fora da moda. Mas quando a esposa assume a liderança da casa em detrimento da autoridade do esposo, colhe inevitavelmente os frutos amargos de sua atitude, na indiferença do esposo e rebelião dos filhos criados em desordem.
Amor. Quão insensatos são os esposos que, olvidando-se do conselho bíblico, governam o lar animados por um espírito impulsivo e irrazoável! “O amor deve ser visto no olhar e nas maneiras, e ouvido no tom da voz”, escreveu Ellen G. White a um esposo rude e desconsiderado (O Lar Adventista, pág. 109).
Obediência. “Se eu não lhe punir”, disse a mãe ao seu pequeno filho, “Deus não Se agradará, pois Ele me confiou você, para que o fizesse um verdadeiro homem, através da disciplina e obediência”. Um membro do parlamento norte-americano referia-se humoristicamente ao moto que se via na parede do lar de sua infância, junto ao qual sua mãe pendurava o chicote: “De Ti, Senhor, eu tenho precisão”.
Em resumo, na sujeição da esposa, no amor do esposo e na obediência dos filhos, encontramos os elementos capazes de salvar o lar dos perigos da desintegração.
Enoch de Oliveira
Bom dia Senhor/Casa Publicadora Brasileira
Sexta-feira

A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA
“Vai bem contigo? Vai bem com teu marido? Vai bem com o teu filho?” – II Reis 4:26.
Nestas três perguntas encontramos os elementos constitutivos da família. O profeta Eliseu revelou em seu ministério um acentuado interesse pelas coisas relacionadas com o lar. Foi ele que alegrou a casa da mulher sunamita, intervindo para que Deus lhe concedesse um filho. Mas quando um dia esse menino foi surpreendido pela morte, em angústia, a sunamita partiu para buscar o profeta. Vendo-a à distância, mandou-lhe o seu servo com as três perguntas do nosso texto. A mãe, o marido e o filho – eis o triângulo da família!
Em suas exortações, o aposto Paulo exorta a estes três componentes do lar sobre os deveres e obrigações que lhes correspondem:
“Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém ao Senhor.” – Colossenses 3:18.
“Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não vos irriteis contra elas.” Verso 19.
“Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais; porque isto é agradável ao Senhor.” Verso 20.
Com frequência, encontramos na igreja pessoas perturbadas pelas incompreensões e conflitos que transformam o lar em um permanente inferno. Quão oportunos são os conselhos do apóstolo aos integrantes deste sagrado triângulo!
Sujeição. A idéia de submissão se afigura como impopular e fora da moda. Mas quando a esposa assume a liderança da casa em detrimento da autoridade do esposo, colhe inevitavelmente os frutos amargos de sua atitude, na indiferença do esposo e rebelião dos filhos criados em desordem.
Amor. Quão insensatos são os esposos que, olvidando-se do conselho bíblico, governam o lar animados por um espírito impulsivo e irrazoável! “O amor deve ser visto no olhar e nas maneiras, e ouvido no tom da voz”, escreveu Ellen G. White a um esposo rude e desconsiderado (O Lar Adventista, pág. 109).
Obediência. “Se eu não lhe punir”, disse a mãe ao seu pequeno filho, “Deus não Se agradará, pois Ele me confiou você, para que o fizesse um verdadeiro homem, através da disciplina e obediência”. Um membro do parlamento norte-americano referia-se humoristicamente ao moto que se via na parede do lar de sua infância, junto ao qual sua mãe pendurava o chicote: “De Ti, Senhor, eu tenho precisão”.
Em resumo, na sujeição da esposa, no amor do esposo e na obediência dos filhos, encontramos os elementos capazes de salvar o lar dos perigos da desintegração.
Enoch de Oliveira
Bom dia Senhor/Casa Publicadora Brasileira
quinta-feira, 12 de março de 2009
Meditações Diárias
SAÚDE E DESEMPREGO
“Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai à tua alma.” - III João 2.
São Paulo, 7h30 da manhã. Uma multinacional americana vai selecionar candidatos para estágio. A vaga é uma só e os pretendentes são 20. Todos têm curso universitário, conhecimentos de informática e inglês. Os vinte estão reunidos numa sala, quando entra o encarregado de seleção. Indaga: “Quem leu os jornais de hoje?”. Três levantam a mão. Sem qualquer hesitação, manda saírem da sala os dezessete que ficaram estáticos, sem olhar os seus currículos ou sequer falar com eles...
Se histórias com esse teor criam insegurança, é bom saber que elas vão continuar: esse processo que alguns chamam de “selvagem e desumano”, não tem nenhuma razão para ser estancado nos próximos anos.
Com o desemprego crescendo, o nível de exigência dos profissionais hoje, também, cresce. O profissional do futuro deve ter requisitos extras para ser admitido. Dentre eles, o domínio-próprio, também, conhecido como autocontrole. Emoções sob controle, domínio corporal e do espaço, dons para interagir com os outros, fizeram de Ayrton Senna da Silva um campeão mundial de Fórmula 1, com remuneração e reconhecimento extratosféricos. A inteligência emocional será cada vez mais valorizada.
Esse autocontrole é encontrado especialmente em pessoas que exercitam isso através de atitudes de temperança, cuidando de si mesmas, cuidando da sua saúde e do asseio corporal, evitando as coisas perigosas e usando as coisas boas em quantidade adequada. O interesse por si próprio é essencial e tem sido cada vez mais valorizado nos ambientes de trabalho.
Segundo pesquisa feita pelo grupo Catho, 50% das empresas já apresentaram restrições aos obesos e 20% só admitem alguém com essas características, se não houver outro candidato. Discriminação? Pode ser, mas é a triste realidade. As empresas alegam que indivíduos obesos representam maiores riscos e custos. Este pode ser um fator negativo de desempate entre candidatos com desempenhos idênticos. Existe ainda uma relação entre o fumo ou a prática de exercícios e a remuneração no emprego. Em algumas empresas, os não-fumantes ganham mais do que os fumantes. Os que fazem exercícios também têm salários melhores que os sedentários. O mesmo acontece no Japão.
É claro que não preparamos esta mensagem com o intuito de assustar ou de que as pessoas passem a cuidar do seu corpo para garantir uma vaga no mercado de trabalho. Nosso objetivo é mostrar mais uma faceta da importância do interesse pelo eu, por nosso corpo, por nossa valiosa saúde.
A saúde vale ouro. Só quem a perde o sabe. E as empresa, hoje, reconhecem e valorizam essa verdade.
Deus também deseja aos seus filhos uma vida plena em todos os sentidos. O apóstolo João retrata este desejo em suas palavras: “Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai a tua alma.” (III João 2). Que tal priorizar o cuidado de si para cumprir este plano de Deus para a sua vida?
Márcia Cristina Teixeira Martins
Professora do UNASP-HT
“Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai à tua alma.” - III João 2.
São Paulo, 7h30 da manhã. Uma multinacional americana vai selecionar candidatos para estágio. A vaga é uma só e os pretendentes são 20. Todos têm curso universitário, conhecimentos de informática e inglês. Os vinte estão reunidos numa sala, quando entra o encarregado de seleção. Indaga: “Quem leu os jornais de hoje?”. Três levantam a mão. Sem qualquer hesitação, manda saírem da sala os dezessete que ficaram estáticos, sem olhar os seus currículos ou sequer falar com eles...
Se histórias com esse teor criam insegurança, é bom saber que elas vão continuar: esse processo que alguns chamam de “selvagem e desumano”, não tem nenhuma razão para ser estancado nos próximos anos.
Com o desemprego crescendo, o nível de exigência dos profissionais hoje, também, cresce. O profissional do futuro deve ter requisitos extras para ser admitido. Dentre eles, o domínio-próprio, também, conhecido como autocontrole. Emoções sob controle, domínio corporal e do espaço, dons para interagir com os outros, fizeram de Ayrton Senna da Silva um campeão mundial de Fórmula 1, com remuneração e reconhecimento extratosféricos. A inteligência emocional será cada vez mais valorizada.
Esse autocontrole é encontrado especialmente em pessoas que exercitam isso através de atitudes de temperança, cuidando de si mesmas, cuidando da sua saúde e do asseio corporal, evitando as coisas perigosas e usando as coisas boas em quantidade adequada. O interesse por si próprio é essencial e tem sido cada vez mais valorizado nos ambientes de trabalho.
Segundo pesquisa feita pelo grupo Catho, 50% das empresas já apresentaram restrições aos obesos e 20% só admitem alguém com essas características, se não houver outro candidato. Discriminação? Pode ser, mas é a triste realidade. As empresas alegam que indivíduos obesos representam maiores riscos e custos. Este pode ser um fator negativo de desempate entre candidatos com desempenhos idênticos. Existe ainda uma relação entre o fumo ou a prática de exercícios e a remuneração no emprego. Em algumas empresas, os não-fumantes ganham mais do que os fumantes. Os que fazem exercícios também têm salários melhores que os sedentários. O mesmo acontece no Japão.
É claro que não preparamos esta mensagem com o intuito de assustar ou de que as pessoas passem a cuidar do seu corpo para garantir uma vaga no mercado de trabalho. Nosso objetivo é mostrar mais uma faceta da importância do interesse pelo eu, por nosso corpo, por nossa valiosa saúde.
A saúde vale ouro. Só quem a perde o sabe. E as empresa, hoje, reconhecem e valorizam essa verdade.
Deus também deseja aos seus filhos uma vida plena em todos os sentidos. O apóstolo João retrata este desejo em suas palavras: “Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai a tua alma.” (III João 2). Que tal priorizar o cuidado de si para cumprir este plano de Deus para a sua vida?
Márcia Cristina Teixeira Martins
Professora do UNASP-HT
quarta-feira, 11 de março de 2009
Meditações Diárias
11 de março
Quarta-feira
CRESCIMENTO ESPIRITUAL
“Como suspira a corsa pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo.” - Sal. 42.1-2.
Enquanto estive em Brisbane, conheci a Grande Barreira de Recifes, muito apreciada pelos mergulhadores e escafandristas em razão de suas águas azuis cristalinas. Esse famoso recife se estende por cerca de 2 mil quilômetros ao longo da costa nordeste e acima de Brisbane. Sua largura varia de 15 a 150 quilômetros. Por mais estranho que possa parecer, essa barreira compacta e imponente foi formada por minúsculas criaturas marinhas chamadas corais. O coral é um ser que vive e morre em colônias. Ao longo dos séculos, colônias de corais produziram aquele deslumbrante recife que, em algumas partes, chega a ter mais de cem metros de profundidade.
A Grande Barreira de Recifes não parece viva, mas especialistas no assunto, disseram-me que aquele recife exuberante é vivo e que continua a crescer à medida que as minúsculas criaturas nascem e morrem.
De maneira semelhante, a Bíblia é deslumbrante também! À primeira vista, é parecida com qualquer outro livro. As páginas são impressas em branco e preto, como um jornal ou como um guia de TV, contudo, existe algo muito diferente e vivo sobre a Bíblia. Por que a Bíblia é um livro inigualável?
Afirmação n° 1 - A Bíblia afirma ser a Palavra de Deus. Isso já faz dela a melhor fonte possível para aprendermos os caminhos de Deus: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na Justiça” (2 Timóteo 3:16).
Afirmação n° 2 - A Bíblia afirma ser a verdade e jamais tenta justificar suas declarações. E, se a Bíblia é a Palavra de Deus para nós (afirmação n°. 1), podemos ter a certeza de que tudo o que ela diz é verdade. O salmista escreveu: "A lei do Senhor é perfeita" (Salmo 19.7). Podemos, portanto, ter certeza de que a Bíblia transmite conselhos apropriados para a vida e para o dia-a-dia.
Afirmação n° 3 - A Bíblia afirma ser viva. Reflita sobre esta maravilhosa declaração: "Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração." (Heb. 4.12).
Em vista de afirmações como essas, você e eu deveríamos prestar atenção e ser, no mínimo, curiosos quanto ao que a Bíblia diz sobre a vida e nossas prioridades. Sei que, quando leio a Bíblia, minha vida é transformada. Eu passo a pensar de modo diferente. Eu passo a agir de modo diferente. A falar de modo diferente. Nenhum outro livro tem o mesmo efeito sobre uma pessoa! Podemos ler livros sobre qualquer assunto e receber informações que nos ajudarão de uma forma ou de outra e, quando se trata de coração e alma, somente, a Bíblia pode transformá-los de forma verdadeira e duradoura.
Mais importante ainda: se a Bíblia é a Palavra de Deus, não encontraremos outro livro melhor do que a Bíblia para orientar a nossa vida. Você concorda comigo? Deus escreveu a Bíblia para falar de seu amor por nós e para mostrar como podemos ter um relacionamento alegre, ativo e significativo com Ele. Deus, também, mostra como podemos ter uma vida mais Feliz e quais são as prioridades que nos levam a ter uma vida plena de realizações. Portanto, se você deseja isso, com certeza vai querer aprender quais são essas prioridades. E isso, é claro, leva tempo e requer que você leia a Bíblia.
Jim George
Um Homem Segundo o Coração de Deus
Quarta-feira
CRESCIMENTO ESPIRITUAL
“Como suspira a corsa pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo.” - Sal. 42.1-2.
Enquanto estive em Brisbane, conheci a Grande Barreira de Recifes, muito apreciada pelos mergulhadores e escafandristas em razão de suas águas azuis cristalinas. Esse famoso recife se estende por cerca de 2 mil quilômetros ao longo da costa nordeste e acima de Brisbane. Sua largura varia de 15 a 150 quilômetros. Por mais estranho que possa parecer, essa barreira compacta e imponente foi formada por minúsculas criaturas marinhas chamadas corais. O coral é um ser que vive e morre em colônias. Ao longo dos séculos, colônias de corais produziram aquele deslumbrante recife que, em algumas partes, chega a ter mais de cem metros de profundidade.
A Grande Barreira de Recifes não parece viva, mas especialistas no assunto, disseram-me que aquele recife exuberante é vivo e que continua a crescer à medida que as minúsculas criaturas nascem e morrem.
De maneira semelhante, a Bíblia é deslumbrante também! À primeira vista, é parecida com qualquer outro livro. As páginas são impressas em branco e preto, como um jornal ou como um guia de TV, contudo, existe algo muito diferente e vivo sobre a Bíblia. Por que a Bíblia é um livro inigualável?
Afirmação n° 1 - A Bíblia afirma ser a Palavra de Deus. Isso já faz dela a melhor fonte possível para aprendermos os caminhos de Deus: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na Justiça” (2 Timóteo 3:16).
Afirmação n° 2 - A Bíblia afirma ser a verdade e jamais tenta justificar suas declarações. E, se a Bíblia é a Palavra de Deus para nós (afirmação n°. 1), podemos ter a certeza de que tudo o que ela diz é verdade. O salmista escreveu: "A lei do Senhor é perfeita" (Salmo 19.7). Podemos, portanto, ter certeza de que a Bíblia transmite conselhos apropriados para a vida e para o dia-a-dia.
Afirmação n° 3 - A Bíblia afirma ser viva. Reflita sobre esta maravilhosa declaração: "Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração." (Heb. 4.12).
Em vista de afirmações como essas, você e eu deveríamos prestar atenção e ser, no mínimo, curiosos quanto ao que a Bíblia diz sobre a vida e nossas prioridades. Sei que, quando leio a Bíblia, minha vida é transformada. Eu passo a pensar de modo diferente. Eu passo a agir de modo diferente. A falar de modo diferente. Nenhum outro livro tem o mesmo efeito sobre uma pessoa! Podemos ler livros sobre qualquer assunto e receber informações que nos ajudarão de uma forma ou de outra e, quando se trata de coração e alma, somente, a Bíblia pode transformá-los de forma verdadeira e duradoura.
Mais importante ainda: se a Bíblia é a Palavra de Deus, não encontraremos outro livro melhor do que a Bíblia para orientar a nossa vida. Você concorda comigo? Deus escreveu a Bíblia para falar de seu amor por nós e para mostrar como podemos ter um relacionamento alegre, ativo e significativo com Ele. Deus, também, mostra como podemos ter uma vida mais Feliz e quais são as prioridades que nos levam a ter uma vida plena de realizações. Portanto, se você deseja isso, com certeza vai querer aprender quais são essas prioridades. E isso, é claro, leva tempo e requer que você leia a Bíblia.
Jim George
Um Homem Segundo o Coração de Deus
terça-feira, 10 de março de 2009
Meditações Diárias
10 de março
terça-feira
RESGATE DE UM POÇO DE PERDIÇÃO
“Tirou-me de um poço de perdição, dum tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos.” - Sal. 40:2.
Alguns anos atrás, Tommy Stage, um menino de 7 anos de idade, caiu acidentalmente num poço de 8 metros de profundidade. Na queda, sofreu fraturas múltiplas nas pernas. Felizmente, seu pai não estava longe e presenciou o acidente.
Quando viu Tommy cair, o Sr. Stage correu até à boca do poço e ouviu seu filho gritar:
- Papai, tire-me daqui!
- Não se preocupe, filho – respondeu o pai. – Não fique com medo. Vou puxá-lo para fora tão rápido quanto for possível. Agora ouça: vou telefonar, pedindo ajuda e voltarei em seguida. Encoste-se contra os lados do poço para não afundar ainda mais.
Uma equipe de resgate chegou e baixou uma corda para Tommy. O pai do garoto deu-lhe instruções específicas sobre como amarrar a corda sob seus braços e prendê-la com segurança na frente, com um nó. O menino obedeceu e foi levado à superfície uns 45 minutos depois de ter caído.
Mais tarde, os repórteres perguntaram ao Sr. Stage como era que seu filho seguia suas instruções tão fielmente, com tão pouca idade. Ele, simplesmente, respondeu:
- Tommy sempre foi bom no que se refere a cumprir ordens.
Todos nós, por causa de nossa natureza pecaminosa, caímos no horrível poço da perdição. Alguns caem mais fundo que outros, em geral, por causa da própria insensatez. Machucados e quebrados, gritamos: “Tirem-me daqui!” e nosso Pai celestial vem “correndo” (ver S. Luc. 15:20) e diz: “Não tema, filho (ou filha). Simplesmente, siga Minhas instruções e, logo, vou tirá-lo dessa dificuldade.”
Quanto mais rapidamente seguirmos as instruções de nosso Pai celestial, tanto mais depressa poderá Ele tirar-nos da “enrascada” em que nos metemos. “O caminho se vos abrirá para vos desvencilhardes de embaraços e dificuldades” (O Desejado de Todas as Nações, pg. 329).
Que Deus! Um Pai celestial que não só nos resgata do poço da perdição no qual nos encontramos, como também nos coloca os pés sobre a rocha e nos firma os passos. Sim, que Deus!
Paulo Cezar de Azevedo
Secretário Geral do UNASP
terça-feira
RESGATE DE UM POÇO DE PERDIÇÃO
“Tirou-me de um poço de perdição, dum tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos.” - Sal. 40:2.
Alguns anos atrás, Tommy Stage, um menino de 7 anos de idade, caiu acidentalmente num poço de 8 metros de profundidade. Na queda, sofreu fraturas múltiplas nas pernas. Felizmente, seu pai não estava longe e presenciou o acidente.
Quando viu Tommy cair, o Sr. Stage correu até à boca do poço e ouviu seu filho gritar:
- Papai, tire-me daqui!
- Não se preocupe, filho – respondeu o pai. – Não fique com medo. Vou puxá-lo para fora tão rápido quanto for possível. Agora ouça: vou telefonar, pedindo ajuda e voltarei em seguida. Encoste-se contra os lados do poço para não afundar ainda mais.
Uma equipe de resgate chegou e baixou uma corda para Tommy. O pai do garoto deu-lhe instruções específicas sobre como amarrar a corda sob seus braços e prendê-la com segurança na frente, com um nó. O menino obedeceu e foi levado à superfície uns 45 minutos depois de ter caído.
Mais tarde, os repórteres perguntaram ao Sr. Stage como era que seu filho seguia suas instruções tão fielmente, com tão pouca idade. Ele, simplesmente, respondeu:
- Tommy sempre foi bom no que se refere a cumprir ordens.
Todos nós, por causa de nossa natureza pecaminosa, caímos no horrível poço da perdição. Alguns caem mais fundo que outros, em geral, por causa da própria insensatez. Machucados e quebrados, gritamos: “Tirem-me daqui!” e nosso Pai celestial vem “correndo” (ver S. Luc. 15:20) e diz: “Não tema, filho (ou filha). Simplesmente, siga Minhas instruções e, logo, vou tirá-lo dessa dificuldade.”
Quanto mais rapidamente seguirmos as instruções de nosso Pai celestial, tanto mais depressa poderá Ele tirar-nos da “enrascada” em que nos metemos. “O caminho se vos abrirá para vos desvencilhardes de embaraços e dificuldades” (O Desejado de Todas as Nações, pg. 329).
Que Deus! Um Pai celestial que não só nos resgata do poço da perdição no qual nos encontramos, como também nos coloca os pés sobre a rocha e nos firma os passos. Sim, que Deus!
Paulo Cezar de Azevedo
Secretário Geral do UNASP
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