
sexta-feira, 20 de março de 2009
Meditações Diárias
20 de março
Sexta-feira
LEMBRA-TE DO DIA DE SÁBADO, PARA O SANTIFICAR
“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar.” - Êxodo 20:8.
Quando Deus pede para que nos lembremos de alguma coisa, Ele o faz porque o esquecimento é uma tendência natural do ser humano e, na maioria das vezes, isso acontece porque a busca pela sobrevivência o induz a inverter as prioridades.
A vida atual nos impõe um ritmo alucinante. Ao contrário do que se anunciava, a modernidade prometida para o início do terceiro milênio não resolveu o problema da falta de tempo, mas nos colocou em meio a um rodamoinho desesperador. O dinheiro encurtou, a mulher mergulhou no trabalho, não, apenas, por realização profissional, mas também para assegurar o equilíbrio financeiro da família. Nem mesmo a agenda das crianças escapa deste turbilhão: além das aulas normais, há ainda cursos de piano, natação, ginástica etc. O fruto deste estilo de vida é o estresse.
A ansiedade causada pelas pressões a que o ser humano obrigatoriamente se submete o leva a um estado doentio. Os problemas se tornam cada vez mais invasivos, inevitáveis e, por isso mesmo, amedrontadores. Assim, o corpo aciona inconscientemente um mecanismo de defesa contra agressões externas e internas e, a partir do momento em que a sua capacidade de adaptação é superada, ele se expõe às terríveis doenças psicossomáticas. Em seu desespero, tenta curar a doença sem se preocupar com a causa.
Acredito que Deus em Sua infinita sabedoria, prevendo a situação desesperadora a que o homem estaria exposto se dEle se esquecesse, deixou o caminho da prevenção e cura dos males da vida expressos na frase “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.”
O sábado é revigorante, é uma pausa necessária para que corpo, mente e espírito possam se reabastecer para enfrentar todas as intempéries do dia a dia. No sábado nos lembramos de nossa origem divina, esquecemo-nos de nossos problemas, recarregamos nossas baterias espirituais e nos deleitamos no Senhor. A verdadeira observância do sábado nos leva a uma vida dedicada a Deus por todos os demais dias da semana.
No sábado, compartilhamos com nossos familiares, amigos, e necessitados de nosso interesse e amor por eles. Nossa atenção aos outros honra a Deus, enriquece a nossa vida e nos faz entender que paz e descanso perfeitos não são conquistas humanas, são dádivas de Deus. Isso, sim, é vida!
Vale a pena priorizar os mandamentos de Deus. O Senhor diz:
“Se você vigiar seus pés para não fazer o que bem quiser em meu santo dia; se você chamar delícia ao sábado e honroso o santo dia do Senhor, e se honrá-lo... então você terá no Senhor a sua alegria...” (Isaías 58:13 e 14).
E àqueles que se deleitam no Senhor, o salmista afirma “... e Ele atenderá aos desejos do seu coração” (Salmos 37:4).
Valdecir Simões Lima
Professor do UNASP-EC
Sexta-feira
LEMBRA-TE DO DIA DE SÁBADO, PARA O SANTIFICAR
“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar.” - Êxodo 20:8.
Quando Deus pede para que nos lembremos de alguma coisa, Ele o faz porque o esquecimento é uma tendência natural do ser humano e, na maioria das vezes, isso acontece porque a busca pela sobrevivência o induz a inverter as prioridades.
A vida atual nos impõe um ritmo alucinante. Ao contrário do que se anunciava, a modernidade prometida para o início do terceiro milênio não resolveu o problema da falta de tempo, mas nos colocou em meio a um rodamoinho desesperador. O dinheiro encurtou, a mulher mergulhou no trabalho, não, apenas, por realização profissional, mas também para assegurar o equilíbrio financeiro da família. Nem mesmo a agenda das crianças escapa deste turbilhão: além das aulas normais, há ainda cursos de piano, natação, ginástica etc. O fruto deste estilo de vida é o estresse.
A ansiedade causada pelas pressões a que o ser humano obrigatoriamente se submete o leva a um estado doentio. Os problemas se tornam cada vez mais invasivos, inevitáveis e, por isso mesmo, amedrontadores. Assim, o corpo aciona inconscientemente um mecanismo de defesa contra agressões externas e internas e, a partir do momento em que a sua capacidade de adaptação é superada, ele se expõe às terríveis doenças psicossomáticas. Em seu desespero, tenta curar a doença sem se preocupar com a causa.
Acredito que Deus em Sua infinita sabedoria, prevendo a situação desesperadora a que o homem estaria exposto se dEle se esquecesse, deixou o caminho da prevenção e cura dos males da vida expressos na frase “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.”
O sábado é revigorante, é uma pausa necessária para que corpo, mente e espírito possam se reabastecer para enfrentar todas as intempéries do dia a dia. No sábado nos lembramos de nossa origem divina, esquecemo-nos de nossos problemas, recarregamos nossas baterias espirituais e nos deleitamos no Senhor. A verdadeira observância do sábado nos leva a uma vida dedicada a Deus por todos os demais dias da semana.
No sábado, compartilhamos com nossos familiares, amigos, e necessitados de nosso interesse e amor por eles. Nossa atenção aos outros honra a Deus, enriquece a nossa vida e nos faz entender que paz e descanso perfeitos não são conquistas humanas, são dádivas de Deus. Isso, sim, é vida!
Vale a pena priorizar os mandamentos de Deus. O Senhor diz:
“Se você vigiar seus pés para não fazer o que bem quiser em meu santo dia; se você chamar delícia ao sábado e honroso o santo dia do Senhor, e se honrá-lo... então você terá no Senhor a sua alegria...” (Isaías 58:13 e 14).
E àqueles que se deleitam no Senhor, o salmista afirma “... e Ele atenderá aos desejos do seu coração” (Salmos 37:4).
Valdecir Simões Lima
Professor do UNASP-EC
quinta-feira, 19 de março de 2009
Meditações Diárias

19 de março
Quinta-feira
AS APARÊNCIAS ENGANAM
“Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?” – Lucas 9:25.
BEM JOHNSON foi o caso de doping mais “espetacular” dos últimos tempos. Todos nós conhecemos a história de como ganhou os 100m nos Jogos Olímpicos de Seul, e foi desclassificado por ter utilizado substâncias proibidas para seu desenvolvimento muscular. O castigo a que se viu submetido foi um dos mais importantes da história do atletismo. Aparentemente, tudo esta bem, mas no fundo se descobriu que Bem havia jogado sujo com a lei.
Com Bem Johnson caíram muitos sonhos também: sonhos de milhares de pessoas que haviam confiado nele, que haviam feito dele seu ídolo. Mas os ídolos, cedo ou tarde, sempre acabam caindo. Talvez, muitos se deram conta, naquele mesmo dia, de que nosso mundo está baseado em um sistema que se mantém unicamente com dois pés: a aparência e a “adoração” de ídolos. Talvez, muitos outros começaram a buscar algum outro que fosse digno de confiança, e nele vão confiar cegamente! Pelo menos até que se descubra que tudo continua sendo só aparência.
Esta é nossa sociedade: uma vida de aparências, uma sociedade de êxitos. Quanto mais êxitos alguém tiver e mais souber aparentar (ainda que por dentro esteja podre) mais pessoas vão admirá-lo: mais pessoas vão fazer dele um ídolo. Vivemos com uma mentalidade de “recordes”, não importa o que você seja ou se não serve para nada, a única coisa que importa é que você tenha êxito em alguma coisa. U
Inclusive, escrevem-se livros sobre recordes insólitos (o que come mais salsichas em um minuto, o que pode dormir mais horas sobre cama de pregos...). Para as pessoas só vale o sucesso.
Não aprendemos que o fracasso é um bom amigo e que toda boa limpeza deve começar de dentro para fora. Sim, na história existiram pessoas “fracassadas”, segundo os critérios da nossa sociedade, e, no entanto, são as pessoas que fizeram profundas mudanças no mundo. Se você comparar a vida de Jesus com os padrões de hoje, poderia chegar à conclusão de que foi um fracassado: só pôde falar três anos, só Lhe escutaram em lugares muito pequenos. O mataram jovem... No entanto, esta única vida “transformou” mais o mundo do que as vidas de todos os habitantes juntas.
Jesus mesmo foi quem ensinou que não se pode viver de aparências, que não se pode limpar por fora e estar sujo por dentro. Jesus ensinou que não se pode pôr remendos novos em roupas velhas: se Deus não mudar seu interior (e o de cada pessoa no mundo), você só estará vivendo de aparências. E as aparências, o êxito fácil, os ídolos e algumas outras coisas em que confiamos, não servem para nada. De que serve ganhar tudo se nos destruímos a nós mesmos?
Jaime Fernández Garrido
Quinta-feira
AS APARÊNCIAS ENGANAM
“Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?” – Lucas 9:25.
BEM JOHNSON foi o caso de doping mais “espetacular” dos últimos tempos. Todos nós conhecemos a história de como ganhou os 100m nos Jogos Olímpicos de Seul, e foi desclassificado por ter utilizado substâncias proibidas para seu desenvolvimento muscular. O castigo a que se viu submetido foi um dos mais importantes da história do atletismo. Aparentemente, tudo esta bem, mas no fundo se descobriu que Bem havia jogado sujo com a lei.
Com Bem Johnson caíram muitos sonhos também: sonhos de milhares de pessoas que haviam confiado nele, que haviam feito dele seu ídolo. Mas os ídolos, cedo ou tarde, sempre acabam caindo. Talvez, muitos se deram conta, naquele mesmo dia, de que nosso mundo está baseado em um sistema que se mantém unicamente com dois pés: a aparência e a “adoração” de ídolos. Talvez, muitos outros começaram a buscar algum outro que fosse digno de confiança, e nele vão confiar cegamente! Pelo menos até que se descubra que tudo continua sendo só aparência.
Esta é nossa sociedade: uma vida de aparências, uma sociedade de êxitos. Quanto mais êxitos alguém tiver e mais souber aparentar (ainda que por dentro esteja podre) mais pessoas vão admirá-lo: mais pessoas vão fazer dele um ídolo. Vivemos com uma mentalidade de “recordes”, não importa o que você seja ou se não serve para nada, a única coisa que importa é que você tenha êxito em alguma coisa. U
Inclusive, escrevem-se livros sobre recordes insólitos (o que come mais salsichas em um minuto, o que pode dormir mais horas sobre cama de pregos...). Para as pessoas só vale o sucesso.
Não aprendemos que o fracasso é um bom amigo e que toda boa limpeza deve começar de dentro para fora. Sim, na história existiram pessoas “fracassadas”, segundo os critérios da nossa sociedade, e, no entanto, são as pessoas que fizeram profundas mudanças no mundo. Se você comparar a vida de Jesus com os padrões de hoje, poderia chegar à conclusão de que foi um fracassado: só pôde falar três anos, só Lhe escutaram em lugares muito pequenos. O mataram jovem... No entanto, esta única vida “transformou” mais o mundo do que as vidas de todos os habitantes juntas.
Jesus mesmo foi quem ensinou que não se pode viver de aparências, que não se pode limpar por fora e estar sujo por dentro. Jesus ensinou que não se pode pôr remendos novos em roupas velhas: se Deus não mudar seu interior (e o de cada pessoa no mundo), você só estará vivendo de aparências. E as aparências, o êxito fácil, os ídolos e algumas outras coisas em que confiamos, não servem para nada. De que serve ganhar tudo se nos destruímos a nós mesmos?
Jaime Fernández Garrido
quarta-feira, 18 de março de 2009
Meditações Diárias
18 de março
quarta-feira
DEMONSTRANDO CLASSE
“Será que Ele se oporia a mim com grande poder? Não, ele não me faria acusações. O homem íntegro poderia apresentar-lhe sua causa; eu seria liberto para sempre de quem me julga.” - Jó 23:6 e 7.
Ao chegarmos aos capítulos 23 e 24 de Jó, observamos três respostas calmas e vulneráveis da parte dele. Reserve tempo para ler esses dois capítulos inteiros – são magníficos. O primeiro tema de Jó parece ser: “Não consigo localizar a presença de Deus, mas confio no Senhor”. Encontrei isto destacado alto e claro nos doze primeiros versículos do capítulo 23.
Parece que Jó tem em mente um tribunal: “Gostaria de saber o banco em que o Deus todo-poderoso senta. Gostaria de saber onde encontrá-lo. Em algum lugar – em qualquer lugar – desta terra em que pudesse estar com ele”.
Oculta nessas palavras ardentes encontramos uma das grandes coisas sobre o nosso Deus. Quando nos achegamos a Ele como estamos, nunca o ouvimos gritar: “Que vergonha!”. Deus ouve nossa súplica, nossos sentimentos de necessidade e dá-se pressa em responder: “Perdôo você. Amo você. Compreendo você. Estou aqui, eu o aprovo por enfrentar a verdade”.
Todo o povo de Deus encontra neste ponto uma verdade valiosa que pode ser aprendida com o nosso Deus. Quando as pessoas chegam abertas e vulneráveis com a sua confissão, há uma resposta apropriada de três palavras: Eu perdôo você. Elas não precisam estar em dificuldades ou envergonhados por terem falhado. Precisam da segurança do perdão.
Jó pergunta: “Será que Ele se oporia a mim?”.
A seguir, dá ele mesmo a resposta: “Não contenderia comigo, embora seja muito mais poderoso. Dar-me-ia atenção. Eu poderia argumentar com Ele e ficaria para sempre livre do meu Juiz”.
Como isto é maravilhoso!
Charles R. Swindoll
Dia a dia com os heróis da fé
quarta-feira
DEMONSTRANDO CLASSE
“Será que Ele se oporia a mim com grande poder? Não, ele não me faria acusações. O homem íntegro poderia apresentar-lhe sua causa; eu seria liberto para sempre de quem me julga.” - Jó 23:6 e 7.
Ao chegarmos aos capítulos 23 e 24 de Jó, observamos três respostas calmas e vulneráveis da parte dele. Reserve tempo para ler esses dois capítulos inteiros – são magníficos. O primeiro tema de Jó parece ser: “Não consigo localizar a presença de Deus, mas confio no Senhor”. Encontrei isto destacado alto e claro nos doze primeiros versículos do capítulo 23.
Parece que Jó tem em mente um tribunal: “Gostaria de saber o banco em que o Deus todo-poderoso senta. Gostaria de saber onde encontrá-lo. Em algum lugar – em qualquer lugar – desta terra em que pudesse estar com ele”.
Oculta nessas palavras ardentes encontramos uma das grandes coisas sobre o nosso Deus. Quando nos achegamos a Ele como estamos, nunca o ouvimos gritar: “Que vergonha!”. Deus ouve nossa súplica, nossos sentimentos de necessidade e dá-se pressa em responder: “Perdôo você. Amo você. Compreendo você. Estou aqui, eu o aprovo por enfrentar a verdade”.
Todo o povo de Deus encontra neste ponto uma verdade valiosa que pode ser aprendida com o nosso Deus. Quando as pessoas chegam abertas e vulneráveis com a sua confissão, há uma resposta apropriada de três palavras: Eu perdôo você. Elas não precisam estar em dificuldades ou envergonhados por terem falhado. Precisam da segurança do perdão.
Jó pergunta: “Será que Ele se oporia a mim?”.
A seguir, dá ele mesmo a resposta: “Não contenderia comigo, embora seja muito mais poderoso. Dar-me-ia atenção. Eu poderia argumentar com Ele e ficaria para sempre livre do meu Juiz”.
Como isto é maravilhoso!
Charles R. Swindoll
Dia a dia com os heróis da fé
terça-feira, 17 de março de 2009
Meditações Diárias

17 de março
terça-feira
AMIGOS GOSTAM DE CONVERSAR
“E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios.” – Mateus 6:7.
Há momentos na vida em que a gente se sente sozinho, indefeso, impotente. De repente, tudo parece escuro. Podem existir multidões ao seu redor, mas você está lá, solitário e triste. Incompreendido, abandonado, rejeitado, talvez. Nessas horas, como é bom saber que existe Alguém bem perto da gente! Não podemos vê-Lo, nem tocá-Lo, mas podemos senti-Lo. Está lá, olhando para a gente com amor. É o amigo de todas as horas, de todas as circunstâncias. Seu nome é Jesus ou Emanuel, que quer dizer “Deus conosco”,
Você já falou com Ele alguma vez? Você já Lhe abriu o coração como se Ele fosse seu melhor amigo?
Quero falar com você sobre a oração – esse ato maravilhoso de conversar com Deus como se conversa com um amigo.
Tem muita gente por aí que pensa que a oração é um instrumento para pedir coisas a Deus, e que Deus tem a obrigação de responder. E, quando passam os dias e a oração parece não ser respondida, perde-se a motivação para continuar orando.
Agora, eu pergunto: se você tem um amigo, você conversa com Ele só para pedir coisas, ou conversa pelo prazer de conversar? A oração, meu querido, é um veículo de comunicação com Deus, e seu grande objetivo é cultivar companheirismo com ele, conversar com ele, passar o tempo ao Seu lado, embora isto não descarte a possibilidade de pedir. Mas, se você orar só para pedir coisas, logo não terá mais vontade de orar.
Um dos maiores inimigos da oração é o formalismo (que, aliás, não combina com o cristianismo). A oração não pode ser algo formal, aprendido de cor. Repetir sempre as mesmas palavras por considerar que é nosso dever fazê-lo não é cultivar companheirismo com Deus. O segredo de uma oração poderosa está na sinceridade.
Devemos ir a Deus como estamos, abrir o coração a Ele e contar-Lhe todos os nossos sonhos, tristezas, alegrias, enfim, falar a Le o que estamos sentindo, o que deu ou não deu certo durante o dia; compartilhar com Ele as nossas dúvidas, acertos e desacertos. Precisamos fazer isso todo dia, o dia todo.
Quando falamos com Deus, não é para informar-Lhe sobre nossos atos. Ele sabe tudo. Conhece até os segredos mais íntimos do nosso coração. Precisamos fazer isso para colocar nosso ser na dependência dEle. Somos nós que precisamos dEle, somos nós que precisamos ficar seguros a Seu lado e sentir Seu braço forte segurando nossa frágil mão.
Alejandro Bullón
Mais Semelhante a Jesus/Casa Publicadora Brasileira
terça-feira
AMIGOS GOSTAM DE CONVERSAR
“E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios.” – Mateus 6:7.
Há momentos na vida em que a gente se sente sozinho, indefeso, impotente. De repente, tudo parece escuro. Podem existir multidões ao seu redor, mas você está lá, solitário e triste. Incompreendido, abandonado, rejeitado, talvez. Nessas horas, como é bom saber que existe Alguém bem perto da gente! Não podemos vê-Lo, nem tocá-Lo, mas podemos senti-Lo. Está lá, olhando para a gente com amor. É o amigo de todas as horas, de todas as circunstâncias. Seu nome é Jesus ou Emanuel, que quer dizer “Deus conosco”,
Você já falou com Ele alguma vez? Você já Lhe abriu o coração como se Ele fosse seu melhor amigo?
Quero falar com você sobre a oração – esse ato maravilhoso de conversar com Deus como se conversa com um amigo.
Tem muita gente por aí que pensa que a oração é um instrumento para pedir coisas a Deus, e que Deus tem a obrigação de responder. E, quando passam os dias e a oração parece não ser respondida, perde-se a motivação para continuar orando.
Agora, eu pergunto: se você tem um amigo, você conversa com Ele só para pedir coisas, ou conversa pelo prazer de conversar? A oração, meu querido, é um veículo de comunicação com Deus, e seu grande objetivo é cultivar companheirismo com ele, conversar com ele, passar o tempo ao Seu lado, embora isto não descarte a possibilidade de pedir. Mas, se você orar só para pedir coisas, logo não terá mais vontade de orar.
Um dos maiores inimigos da oração é o formalismo (que, aliás, não combina com o cristianismo). A oração não pode ser algo formal, aprendido de cor. Repetir sempre as mesmas palavras por considerar que é nosso dever fazê-lo não é cultivar companheirismo com Deus. O segredo de uma oração poderosa está na sinceridade.
Devemos ir a Deus como estamos, abrir o coração a Ele e contar-Lhe todos os nossos sonhos, tristezas, alegrias, enfim, falar a Le o que estamos sentindo, o que deu ou não deu certo durante o dia; compartilhar com Ele as nossas dúvidas, acertos e desacertos. Precisamos fazer isso todo dia, o dia todo.
Quando falamos com Deus, não é para informar-Lhe sobre nossos atos. Ele sabe tudo. Conhece até os segredos mais íntimos do nosso coração. Precisamos fazer isso para colocar nosso ser na dependência dEle. Somos nós que precisamos dEle, somos nós que precisamos ficar seguros a Seu lado e sentir Seu braço forte segurando nossa frágil mão.
Alejandro Bullón
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segunda-feira, 16 de março de 2009
Culto de Ação de Graças - Professores e Funcionários
Neste ultimo sábado (14 de março), professores e funcionário do IASP se reuniram no templo para oferecer a Deus um Culto de Ação de Graças.
Musica, cânticos, leitura responsiva e orações fizeram parte deste culto de gratidão. O sermão foi iniciado pelo Pr. Narcizo e concluído pelo prof. Alacy que exortou todos a terem um projeto pessoal para compartilhar as bênçãos de Deus com os alunos.


Musica, cânticos, leitura responsiva e orações fizeram parte deste culto de gratidão. O sermão foi iniciado pelo Pr. Narcizo e concluído pelo prof. Alacy que exortou todos a terem um projeto pessoal para compartilhar as bênçãos de Deus com os alunos.


Meditações Diárias

16 de março
Segunda-feira
O QUE É BELEZA?
O ramo da filosofia que tem por objeto o estudo da natureza do belo e dos fundamentos da arte é a estética (do grego aisthésis: percepção, sensação). Ela estuda o julgamento e a percepção do que é considerado belo, a produção das emoções pelos fenômenos estéticos, bem como as diferentes formas de arte e do trabalho artístico. Por outro lado, a estética também pode ocupar-se da privação da beleza, ou seja, o que pode ser considerado feio, ou até mesmo ridículo.
A percepção da beleza é individual caracterizada normalmente pelo que é agradável aos sentidos; é algo relativamente ligado ao tempo e ao espaço, isto é, variando de pessoa para pessoa e principalmente, de lugar para lugar.
Hoje, a idéia de Beleza Humana é transmitida através da mídia, usando como exemplo os modelos e a maioria dos artistas famosos (ser magro, corpo sarado, não ter espinhas, pele bronzeada, etc). Já Platão atribuía ao conceito de belo uma função de orientação do agir humano, afirmando “o belo é algo que brilha, que atrai, é, por assim dizer, o ideal tornado visível”.
Assim, a beleza não inclui somente forma física, mas também a harmonia dos pensamentos, sentimentos e ações. As Escrituras exaltam, acima da beleza física, a beleza moral, as qualidades espirituais da beleza, as quais são ordeiras e simétricas. Esta é a qualidade suprema de Deus.
A escritora Ellen White afirma que foi Deus quem implantou no coração de seus filhos o amor do belo, assim, é justo amar a beleza, mas Deus deseja que procuremos primeiro a mais alta beleza, aquela que é imperecível e que não pode ser comparada a nenhuma outra. A beleza do caráter.
“Deus é autor de toda a beleza, e unicamente ao nos conformarmos com Seus ideais, havemos de aproximarmos da verdadeira norma de beleza.”
Ednice Oliveira Burlandy
Professora do UNASP-EC
Segunda-feira
O QUE É BELEZA?
O ramo da filosofia que tem por objeto o estudo da natureza do belo e dos fundamentos da arte é a estética (do grego aisthésis: percepção, sensação). Ela estuda o julgamento e a percepção do que é considerado belo, a produção das emoções pelos fenômenos estéticos, bem como as diferentes formas de arte e do trabalho artístico. Por outro lado, a estética também pode ocupar-se da privação da beleza, ou seja, o que pode ser considerado feio, ou até mesmo ridículo.
A percepção da beleza é individual caracterizada normalmente pelo que é agradável aos sentidos; é algo relativamente ligado ao tempo e ao espaço, isto é, variando de pessoa para pessoa e principalmente, de lugar para lugar.
Hoje, a idéia de Beleza Humana é transmitida através da mídia, usando como exemplo os modelos e a maioria dos artistas famosos (ser magro, corpo sarado, não ter espinhas, pele bronzeada, etc). Já Platão atribuía ao conceito de belo uma função de orientação do agir humano, afirmando “o belo é algo que brilha, que atrai, é, por assim dizer, o ideal tornado visível”.
Assim, a beleza não inclui somente forma física, mas também a harmonia dos pensamentos, sentimentos e ações. As Escrituras exaltam, acima da beleza física, a beleza moral, as qualidades espirituais da beleza, as quais são ordeiras e simétricas. Esta é a qualidade suprema de Deus.
A escritora Ellen White afirma que foi Deus quem implantou no coração de seus filhos o amor do belo, assim, é justo amar a beleza, mas Deus deseja que procuremos primeiro a mais alta beleza, aquela que é imperecível e que não pode ser comparada a nenhuma outra. A beleza do caráter.
“Deus é autor de toda a beleza, e unicamente ao nos conformarmos com Seus ideais, havemos de aproximarmos da verdadeira norma de beleza.”
Ednice Oliveira Burlandy
Professora do UNASP-EC
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