
16 de março
Segunda-feira
O QUE É BELEZA?
O ramo da filosofia que tem por objeto o estudo da natureza do belo e dos fundamentos da arte é a estética (do grego aisthésis: percepção, sensação). Ela estuda o julgamento e a percepção do que é considerado belo, a produção das emoções pelos fenômenos estéticos, bem como as diferentes formas de arte e do trabalho artístico. Por outro lado, a estética também pode ocupar-se da privação da beleza, ou seja, o que pode ser considerado feio, ou até mesmo ridículo.
A percepção da beleza é individual caracterizada normalmente pelo que é agradável aos sentidos; é algo relativamente ligado ao tempo e ao espaço, isto é, variando de pessoa para pessoa e principalmente, de lugar para lugar.
Hoje, a idéia de Beleza Humana é transmitida através da mídia, usando como exemplo os modelos e a maioria dos artistas famosos (ser magro, corpo sarado, não ter espinhas, pele bronzeada, etc). Já Platão atribuía ao conceito de belo uma função de orientação do agir humano, afirmando “o belo é algo que brilha, que atrai, é, por assim dizer, o ideal tornado visível”.
Assim, a beleza não inclui somente forma física, mas também a harmonia dos pensamentos, sentimentos e ações. As Escrituras exaltam, acima da beleza física, a beleza moral, as qualidades espirituais da beleza, as quais são ordeiras e simétricas. Esta é a qualidade suprema de Deus.
A escritora Ellen White afirma que foi Deus quem implantou no coração de seus filhos o amor do belo, assim, é justo amar a beleza, mas Deus deseja que procuremos primeiro a mais alta beleza, aquela que é imperecível e que não pode ser comparada a nenhuma outra. A beleza do caráter.
“Deus é autor de toda a beleza, e unicamente ao nos conformarmos com Seus ideais, havemos de aproximarmos da verdadeira norma de beleza.”
Ednice Oliveira Burlandy
Professora do UNASP-EC
Segunda-feira
O QUE É BELEZA?
O ramo da filosofia que tem por objeto o estudo da natureza do belo e dos fundamentos da arte é a estética (do grego aisthésis: percepção, sensação). Ela estuda o julgamento e a percepção do que é considerado belo, a produção das emoções pelos fenômenos estéticos, bem como as diferentes formas de arte e do trabalho artístico. Por outro lado, a estética também pode ocupar-se da privação da beleza, ou seja, o que pode ser considerado feio, ou até mesmo ridículo.
A percepção da beleza é individual caracterizada normalmente pelo que é agradável aos sentidos; é algo relativamente ligado ao tempo e ao espaço, isto é, variando de pessoa para pessoa e principalmente, de lugar para lugar.
Hoje, a idéia de Beleza Humana é transmitida através da mídia, usando como exemplo os modelos e a maioria dos artistas famosos (ser magro, corpo sarado, não ter espinhas, pele bronzeada, etc). Já Platão atribuía ao conceito de belo uma função de orientação do agir humano, afirmando “o belo é algo que brilha, que atrai, é, por assim dizer, o ideal tornado visível”.
Assim, a beleza não inclui somente forma física, mas também a harmonia dos pensamentos, sentimentos e ações. As Escrituras exaltam, acima da beleza física, a beleza moral, as qualidades espirituais da beleza, as quais são ordeiras e simétricas. Esta é a qualidade suprema de Deus.
A escritora Ellen White afirma que foi Deus quem implantou no coração de seus filhos o amor do belo, assim, é justo amar a beleza, mas Deus deseja que procuremos primeiro a mais alta beleza, aquela que é imperecível e que não pode ser comparada a nenhuma outra. A beleza do caráter.
“Deus é autor de toda a beleza, e unicamente ao nos conformarmos com Seus ideais, havemos de aproximarmos da verdadeira norma de beleza.”
Ednice Oliveira Burlandy
Professora do UNASP-EC
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