
15 de abril
Quarta-feira
SÚPLICA E RESPOSTA
“Amo ao Senhor, porque Ele ouviu a minha voz e a minha súplica.” – Salmo 116:1.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o capitão Rickenbacker, com sete companheiros voavam sobre o Pacífico. Desorientaram-se, e o combustível acabou. Viram-se forçados a descer no oceano. Precipitadamente abandonaram o avião, subiram em três pequenos botes inflados e, por três semanas, ficaram à deriva, aguardando um salvamento providencial. Seu único alimento eram quatro laranjas. Tinham pouca roupa, uma linha para pescar, alguns anzóis e duas facas.
Eram oito almas que se encontravam no abismo da aflição. Vindo a primeira noite, tremeram de frio. Parecia que a manhã jamais haveria de irromper. Nas primeiras horas da manhã, resolveram comer uma laranja. Dividiram-na em oito pedaços. Por fim, o sol raiou e o dia se apresentou tão quente, que almejavam que rapidamente chegasse a noite. A noite, porém, era tão fria, que ansiavam o raiar do dia.
No quarto dia, começaram a segunda laranja. Viram muitos peixes ao seu redor, mas era-lhes impossível pescá-los por falta de isca. Tinham uma sede intensa, e alguns choravam como crianças, torturados pela angústia da sede.
Um deles tinha uma pequena Bíblia e, com os três botes amarrados juntos, leram uma porção das Escrituras onde somos ensinados a que não devemos nos preocupar, porque Deus conhece as nossas necessidades (S. Mateus 6:31-34). Homens que não criam em Deus, agora, em profunda agonia, liam a Bíblia e oravam. Naquela noite choveu. Mais tarde o Capitão Rickenbacker escreveu: “Foi a água mais doce que jamais tomei em minha vida”.
No décimo dia, às três horas da madrugada, morreu um deles. Após um pequeno culto, o seu corpo sem vida foi lançado ao mar. Os demais, em sua angústia, continuaram orando.
Depois de vinte e um dias, um avião os avistou e imediatamente firam tomadas as necessárias providências para o resgate. Todos eles, uma vez salvos, puderam repetir como o salmista: “Amo ao Senhor, porque Ele ouviu a minha voz e a minha súplica”.
É maravilhoso o poder de comunicação da oração. Um eficiente sistema leva o suplicante diretamente ao propiciatório do Trono, sem intervalo de tempo ou de distância.
Mantidos em naves espaciais, os astronautas em poucos minutos circundam a Terra. Mas a comunicação entre o pecador e Deus se processa com rapidez ainda maior. Diz a Palavra: “E será que antes que clamem, Eu responderei; estando eles ainda falando, Eu os ouvirei.” – Isaías 65:24.
Usemos neste dia o poderoso recurso da oração!
Enoch de Oliveira
Bom dia Senhor/Casa Publicadora Brasileira
Quarta-feira
SÚPLICA E RESPOSTA
“Amo ao Senhor, porque Ele ouviu a minha voz e a minha súplica.” – Salmo 116:1.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o capitão Rickenbacker, com sete companheiros voavam sobre o Pacífico. Desorientaram-se, e o combustível acabou. Viram-se forçados a descer no oceano. Precipitadamente abandonaram o avião, subiram em três pequenos botes inflados e, por três semanas, ficaram à deriva, aguardando um salvamento providencial. Seu único alimento eram quatro laranjas. Tinham pouca roupa, uma linha para pescar, alguns anzóis e duas facas.
Eram oito almas que se encontravam no abismo da aflição. Vindo a primeira noite, tremeram de frio. Parecia que a manhã jamais haveria de irromper. Nas primeiras horas da manhã, resolveram comer uma laranja. Dividiram-na em oito pedaços. Por fim, o sol raiou e o dia se apresentou tão quente, que almejavam que rapidamente chegasse a noite. A noite, porém, era tão fria, que ansiavam o raiar do dia.
No quarto dia, começaram a segunda laranja. Viram muitos peixes ao seu redor, mas era-lhes impossível pescá-los por falta de isca. Tinham uma sede intensa, e alguns choravam como crianças, torturados pela angústia da sede.
Um deles tinha uma pequena Bíblia e, com os três botes amarrados juntos, leram uma porção das Escrituras onde somos ensinados a que não devemos nos preocupar, porque Deus conhece as nossas necessidades (S. Mateus 6:31-34). Homens que não criam em Deus, agora, em profunda agonia, liam a Bíblia e oravam. Naquela noite choveu. Mais tarde o Capitão Rickenbacker escreveu: “Foi a água mais doce que jamais tomei em minha vida”.
No décimo dia, às três horas da madrugada, morreu um deles. Após um pequeno culto, o seu corpo sem vida foi lançado ao mar. Os demais, em sua angústia, continuaram orando.
Depois de vinte e um dias, um avião os avistou e imediatamente firam tomadas as necessárias providências para o resgate. Todos eles, uma vez salvos, puderam repetir como o salmista: “Amo ao Senhor, porque Ele ouviu a minha voz e a minha súplica”.
É maravilhoso o poder de comunicação da oração. Um eficiente sistema leva o suplicante diretamente ao propiciatório do Trono, sem intervalo de tempo ou de distância.
Mantidos em naves espaciais, os astronautas em poucos minutos circundam a Terra. Mas a comunicação entre o pecador e Deus se processa com rapidez ainda maior. Diz a Palavra: “E será que antes que clamem, Eu responderei; estando eles ainda falando, Eu os ouvirei.” – Isaías 65:24.
Usemos neste dia o poderoso recurso da oração!
Enoch de Oliveira
Bom dia Senhor/Casa Publicadora Brasileira
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