
18 de maio
Segunda-feira
QUANDO DEUS OPERA POR NOSSO INTERMÉDIO
“Senhor, quando foi que Te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso, e não Te assistimos? Então lhes responderá: Em verdade vos digo que sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a Mim o deixastes de fazer.” - S.Mat. 25:44 e 45.
Pouco depois que William McKinley foi eleito presidente dos Estados Unidos, alguém recomendou que ele designasse determinado político eminente como embaixador em um país estrangeiro. Enquanto McKinley considerava a recomendação, um incidente que havia ocorrido vários anos antes, ajudou-o a decidir-se.
Certo dia, à tardinha, McKinley embarcou num bonde e sentou-se no último banco vazio. Momentos depois, uma idosa lavadeira entrou no bonde, carregando uma pesada cesta de roupas. Andou por toda a extensão do corredor, procurando um assento. Como não tivesse encontrado nenhum, ficou parada no corredor, junto do homem que, agora, o presidente estava considerando para o cargo de embaixador. O homem, obviamente, viu a idosa senhora, mas em lugar de oferecer-lhe o banco, ergueu o jornal de modo a encobri-la de sua visão. Com pena dela, McKinley levantou-se, caminhou pelo corredor, tomou a cesta de roupas da senhora e conduziu-a para o banco. O candidato a uma embaixada, provavelmente, nunca soube que seu pequeno ato egoísta lhe custara aquilo que poderia ter sido o cargo mais elevado de sua carreira.
O que você teria feito, o que eu teria feito, se estivéssemos no lugar daquele homem? Suponhamos que tivéssemos cedido nosso banco; teríamos feito isso para “aparecer”, com o fim de sermos “vistos pelos homens” (Efés. 6:6; S. Mat. 23:5) ou por que Deus estava trabalhando por nosso intermédio “segundo a Sua boa vontade?” (Filip. 2:13).
As boas obras que o Céu aprova são aquelas que brotam de um coração que ama desinteressadamente; esse tipo de amor vê uma necessidade e executa um ato bondoso, sem nunca buscar o reconhecimento! Mas, se o reconhecimento vier, esse tipo de amor, humildemente, atribui o crédito e a glória ao Pai celestial e continua fazendo o bem, sem entender que tenha feito algo fora do comum. E ele não fez mesmo algo incomum – foi, simplesmente, Deus cumprindo “a Sua boa vontade” por seu intermédio!
Paulo Cezar de Azevedo
Secretário Geral do UNASP
Segunda-feira
QUANDO DEUS OPERA POR NOSSO INTERMÉDIO
“Senhor, quando foi que Te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso, e não Te assistimos? Então lhes responderá: Em verdade vos digo que sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a Mim o deixastes de fazer.” - S.Mat. 25:44 e 45.
Pouco depois que William McKinley foi eleito presidente dos Estados Unidos, alguém recomendou que ele designasse determinado político eminente como embaixador em um país estrangeiro. Enquanto McKinley considerava a recomendação, um incidente que havia ocorrido vários anos antes, ajudou-o a decidir-se.
Certo dia, à tardinha, McKinley embarcou num bonde e sentou-se no último banco vazio. Momentos depois, uma idosa lavadeira entrou no bonde, carregando uma pesada cesta de roupas. Andou por toda a extensão do corredor, procurando um assento. Como não tivesse encontrado nenhum, ficou parada no corredor, junto do homem que, agora, o presidente estava considerando para o cargo de embaixador. O homem, obviamente, viu a idosa senhora, mas em lugar de oferecer-lhe o banco, ergueu o jornal de modo a encobri-la de sua visão. Com pena dela, McKinley levantou-se, caminhou pelo corredor, tomou a cesta de roupas da senhora e conduziu-a para o banco. O candidato a uma embaixada, provavelmente, nunca soube que seu pequeno ato egoísta lhe custara aquilo que poderia ter sido o cargo mais elevado de sua carreira.
O que você teria feito, o que eu teria feito, se estivéssemos no lugar daquele homem? Suponhamos que tivéssemos cedido nosso banco; teríamos feito isso para “aparecer”, com o fim de sermos “vistos pelos homens” (Efés. 6:6; S. Mat. 23:5) ou por que Deus estava trabalhando por nosso intermédio “segundo a Sua boa vontade?” (Filip. 2:13).
As boas obras que o Céu aprova são aquelas que brotam de um coração que ama desinteressadamente; esse tipo de amor vê uma necessidade e executa um ato bondoso, sem nunca buscar o reconhecimento! Mas, se o reconhecimento vier, esse tipo de amor, humildemente, atribui o crédito e a glória ao Pai celestial e continua fazendo o bem, sem entender que tenha feito algo fora do comum. E ele não fez mesmo algo incomum – foi, simplesmente, Deus cumprindo “a Sua boa vontade” por seu intermédio!
Paulo Cezar de Azevedo
Secretário Geral do UNASP
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