
19 de maio
Terça-feira
ACHADOS E PERDIDOS
“Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se.” – S. Lucas 15:32.
O capítulo 15 do evangelho segundo Lucas foi definido muito apropriadamente como o Departamento de Achados e Perdidos do evangelho. Nele encontramos três parábolas de Jesus: a ovelha, a dracma, e o pródigo – perdidos, mas afortunadamente encontrados.
Foi quando o jovem rebelde se sentiu perdido que “caiu em si”, e viu-se a si mesmo em sua condição real: Um homem fora de si. Vivia entre os porcos – a situação mais aviltante a que um jovem judeu podia chegar, na escala social. Quão elevado é o preço do pecado!
Mas quando voltou à casa paterna, seu pai o recebeu com alegria, demonstrando-lhe toda a grandeza do seu generoso amor. Além de perdoá-lo, mandou buscar as melhores vestes, providenciou novas sandálias e pôs-lhe no dedo um anel. E como expressão máxima de seu gozo, o pai ordenou a preparação de um banquete para celebrar o evento.
O filho recebeu, com efeito, o acolhimento de um “herói”, embora não passasse de um perdulário irresponsável. A sua conduta leviana o desqualificava a receber qualquer atenção por parte do pai. Mas foi acolhido festivamente, porque o pai o amava, apesar de sua rebelião.
Esta atitude nos permite concluir que o herói desta parábola não é o filho, mas o pai. Portanto, o título mais apropriado para este ensino de Jesus, seria: “A parábola do pai amoroso”. É o pensamento que deveria aflorar desta porção das Escrituras, não seria o pecado d filho, mas o extremo amor do pai.
E finalmente, uma sucinta reflexão sobre o “irmão mais velho”, que se mostrou irritado com a notícia do banquete que o pai organizou para recepcionar o filho arrependido. Ele tipifica os fariseus dos dias de Jesus e representa também os fariseus modernos que ocupam hoje os bancos da igreja. Estes parecem fruir um prazer íntimo quando certos crentes tropeçam e deixam a igreja. Nada fazem para fortalecê-los na fé e em lugar de se alegrarem quando os vêem regressando a Deus, criticam a igreja por havê-los recebido “precipitadamente”.
Mas, em contraste com o espírito do “irmão mais velho”, devemos ir ao encontro do pecador angustiado. “Não o exponhas à vergonha” – exorta a inspiração – “contando suas faltas aos outros. ...Trate o irmão com piedosa ternura com outro irmão, sabendo que, se for bem-sucedido salvará da morte uma alma e cobrirá uma multidão dos pecados.” – O Desejado de Todas as Nações, pág. 331.
Enoch de Oliveira
Bom dia Senhor/Casa Publicadora Brasileira
Terça-feira
ACHADOS E PERDIDOS
“Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se.” – S. Lucas 15:32.
O capítulo 15 do evangelho segundo Lucas foi definido muito apropriadamente como o Departamento de Achados e Perdidos do evangelho. Nele encontramos três parábolas de Jesus: a ovelha, a dracma, e o pródigo – perdidos, mas afortunadamente encontrados.
Foi quando o jovem rebelde se sentiu perdido que “caiu em si”, e viu-se a si mesmo em sua condição real: Um homem fora de si. Vivia entre os porcos – a situação mais aviltante a que um jovem judeu podia chegar, na escala social. Quão elevado é o preço do pecado!
Mas quando voltou à casa paterna, seu pai o recebeu com alegria, demonstrando-lhe toda a grandeza do seu generoso amor. Além de perdoá-lo, mandou buscar as melhores vestes, providenciou novas sandálias e pôs-lhe no dedo um anel. E como expressão máxima de seu gozo, o pai ordenou a preparação de um banquete para celebrar o evento.
O filho recebeu, com efeito, o acolhimento de um “herói”, embora não passasse de um perdulário irresponsável. A sua conduta leviana o desqualificava a receber qualquer atenção por parte do pai. Mas foi acolhido festivamente, porque o pai o amava, apesar de sua rebelião.
Esta atitude nos permite concluir que o herói desta parábola não é o filho, mas o pai. Portanto, o título mais apropriado para este ensino de Jesus, seria: “A parábola do pai amoroso”. É o pensamento que deveria aflorar desta porção das Escrituras, não seria o pecado d filho, mas o extremo amor do pai.
E finalmente, uma sucinta reflexão sobre o “irmão mais velho”, que se mostrou irritado com a notícia do banquete que o pai organizou para recepcionar o filho arrependido. Ele tipifica os fariseus dos dias de Jesus e representa também os fariseus modernos que ocupam hoje os bancos da igreja. Estes parecem fruir um prazer íntimo quando certos crentes tropeçam e deixam a igreja. Nada fazem para fortalecê-los na fé e em lugar de se alegrarem quando os vêem regressando a Deus, criticam a igreja por havê-los recebido “precipitadamente”.
Mas, em contraste com o espírito do “irmão mais velho”, devemos ir ao encontro do pecador angustiado. “Não o exponhas à vergonha” – exorta a inspiração – “contando suas faltas aos outros. ...Trate o irmão com piedosa ternura com outro irmão, sabendo que, se for bem-sucedido salvará da morte uma alma e cobrirá uma multidão dos pecados.” – O Desejado de Todas as Nações, pág. 331.
Enoch de Oliveira
Bom dia Senhor/Casa Publicadora Brasileira
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1159922-5603,00-PESQUISADORES+FAZEM+CSI+DA+MORTE+DE+MASTODONTES+BRASILEIROS.html
ResponderExcluirProfessor, essa matéria reforça a teoria do dilúvio.
Deivison Pietruchalek Bigon RA 18920 1º ADM-A
ResponderExcluirLi sobre Fermento Racista
Um artigo muito interessante vale apena dispeçar 5 minutos e dar uma lida.
www.criacionista.blogspot.com
Li o artigo do Hans Kung/que fala sobre a Igreja Catolica se Dirige a Idade Media.
ResponderExcluirComo o autor mesmo fala>>porque continua a ser o Vaticano II tão importante hoje em dia? O que devemos reter dele?
1 ADM C.RA 21158 Maria Natalia Lins Da Silva
Sergio Barbosa Alves. RA:21151 SI1A ;...li o artigo "O que nos faz humanos" ,matéria da revista Scientific American, comparando o cerebro do ser humano com a dos chimpanzés.Por fim acaba admitindo que o cérebro dos seres humanos conhecida por diferir dos chimpanzés em tamanho ,complexidade...
ResponderExcluirOu seja não foi por acaso que estamos aqui.